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Brincadeiras proibidas

Às vezes, uma imagem fala mais que um amontoado de frases. Especialmente porque no atual contexto técnico-científico-informacional (emprestando o termo Miltonsantiano), marcado pela velocidade da (des)informação, o que está em consonância com mundo cada vez mais rápido, superficial e volátil, a leitura detalhada não atrai. Não há paciência e nem tempo para ler, tampouco escrever, textos com mais de 1000 caracteres. Eis porque SMS e microblogs fazem tanto sucesso !

Valendo desse contexto, resumo na imagem abaixo minha opinião a respeito de leis que dificilmente terão alguma eficácia, e o que é pior, revelam uma ideologia de controle estatal sobre a família, sobre a forma padrão de educar, baseada em (pré)conceitos formulados em escritórios que tem se mostrado ineficazes diante da realidade, onde apesar do E.C.A., da “lei das palmadas”, da educação integral, e de tantas outras medidas, os índices de violência e de marginalidade só têm aumentado.

Mas mais do que expor uma questão sociológica (a formação do comportamento desejável de um indivíduo na sociedade) de difícil comprovação empírica, e portanto, sujeito à polêmica e ao debate, o que espanta é o empenho dos legisladores em formular leis inócuas enquanto situações concretas ficam relegadas em segundo (terceiro, quarto...)plano.

Seria uma tentativa de retirar a atenção do foco principal dos problemas ?


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