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A sustentabilidade nos prédios públicos

Nunca se explorou tanto os recursos naturais como na atualidade, afinal, as cidades (centros de consumo) se expandiram, a população, que em 1925 não chegava a 2 bilhões, dobrou em 50 anos, e agora, no século XXI, ultrapassa os 7 bilhões.

Além disso, com as inovações tecnológicas e com as mudanças socioeconômicas e culturais, esta população tem um poder de consumo cada vez maior. Poder de consumo que caminha paralelamente com seu poder de exploração e destruição do meio ambiente.

Atualmente, máquinas modernas exploram e transformam em um dia o que se levava anos para se alterar, não dando tempo do ambiente se recompor. Basta comparar a alteração provocada por uma enxada ou machado com a devastação realizada por um grande trator !

Soma-se ainda a ocupação desordenada das cidades, desrespeitando encostas, margens de rios, a produção excessiva de resíduos, a poluição e tantas outras fontes de impacto ambiental,. Este contexto fortaleceu o pensamento de que seriam necessárias alternativas para tornar tal exploração durável ao longo do tempo, possibilitando que as futuras gerações também consigam usufruir dos recursos, cada vez mais limitados diante das "necessidades" ilimitadas.

Diversas alternativas são apresentadas à sociedade, algumas mais radicais, outras reformistas: modelos socioculturais de vida alternativos, redução do consumo, reciclagem e reutilização, produtos mais eficientes, certificados, que consomem menos energia, substituição de fontes de energia, uso de recursos renováveis e de fontes não esgotáveis, como a eólica e solar, etc. 

Esta conscientização, ao contrário do que supõem alguns, não se trata de um

Bolsa-Família e desenvolvimento social: dados regionais exemplificativos

Os dados apresentados nesta postagem, obtidos no Portal da Transparência, (clique aqui para acessá-lo sem qualquer distorção gráfica de apresentação e sem risco de erros de transcrição) expressam, entre outros dados, os recursos repassados aos municípios pelo Governo Federal para atender ao Programa Bolsa-Família, política social de transferência de renda e de desenvolvimento humano, social e econômico, muito politizada e polemizada no Brasil.

Ressalta-se que os Portais da Transparência, via de regra, deixam a desejar em

Educação vem de casa ?

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Tem vindo à tona, talvez por influência do período eleitoral, a discussão e a proposição da possibilidade do ensino domiciliar, denominada em alguns países de homeschooling
Comumente, aqueles que apontam determinadas soluções, a tratam como sendo a ideal, tendem a adotar uma perspectiva particular, sem considerar a complexa realidade que o circunda, sem levar em conta a diversidade de pessoas e grupos que tal medida poderá afetar, muito menos os efeitos dispersos  em outras áreas da realidade social, econômica, cultural, etc.

Em uma sociedade cada vez mais complexa e contraditória, educar ou ensinar - até mesmo a diferença entre estes dois conceitos geram suas polêmicas particulares - em casa tem suas