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A observação como forma de entender o tempo e o clima

O QUE É TEMPO E O QUE É CLIMA ?

Visite também a postagem: Diferença entre clima e tempo neste blog.


Muitas vezes há uma confusão entre os significados dos termos TEMPO e CLIMA, sendo tratados como sinônimos, no que se refere às condições meteorológicas. Embora relacionados, tem significados distintos.


Conforme disponível no blog Vozes do Verbo (clique aqui para acessar o texto completo), o tempo refere-se ao estado momentâneo das condições atmosféricas que ocorre em um determinado local, podendo variar de maneira mais ou menos rápida. Basta observarmos que, pela manhã, o tempo pode estar ensolarado, a tarde nublado e a noite pode chover.

Para o CEMBA (Centro Estadual de Meteorologia da Bahia), o tempo é o "conjunto das condições atmosféricas e fenômenos meteorológicos que afetam a biosfera e a superfície terrestre em uma escala de tempo (cronológico) e em um determinado local." A temperatura, umidade (nebulosidade, nevoeiro, chuva) vento (e as diferenças de pressão) etc. formam o conjunto de parâmetros do tempo.

Não cabe nesse momento destacar 
e pormenorizar as diferenças entre os elementos e os fatores do clima, já que se trata de um conteúdo de séries escolares posteriores. Para quem quiser ter uma noção sobre essa questão, acesse o site uol, clicando aqui.

Para o Jornal do Tempo Uol, o  tempo se refere ao

O fim da estabilidade na ponta da caneta azul

http://www.cutbrasilia.org.br/site/2018/02/16/
a-mentira-do-combate-aos-privilegios-
na-reforma-da-previdencia/
Que as políticas neoliberais são orientadas para atender ao mercado, todos nós sabemos. Que o tal mercado nada mais é que uma abstração que personifica os donos do capital, também. E quando falamos em donos do capital, estão incluídos os mais diferentes agentes com poder político-econômico, como grandes empresários, inclusive sonegadores, especuladores, ruralistas e tantos outros, cujos tentáculos se enraízam na política.

Esta relação com a política é que lhes permite fazer com que o Estado seja uma entidade a serviço de seus interesses. Para os neoliberais, Estado ruim é aquele que atende ao social. Estado mínimo e necessário, é aquele que lhes garante o lucro sob a alegação de que isso gera eficiência, renda e trabalho .

O Estado é

Se somos todos trabalhadores, unamo-nos !


Frases de efeito, rasas e até preconceituosas, têm maior facilidade de se disseminar no tecido social e influenciar a opinião pública do que informações verdadeiras, porém, detalhadas, específicas ou relativas ao contexto, que exigem análise e ponderação. E é valendo deste expediente, talvez até antiético, que se pauta grande parte da estratégia político-partidária no Brasil.

https://www.humorpolitico.com.br/
genildo/o-poder-relativo/
Criam-se toda sorte de generalizações, constroem-se abstratamente figuras inexistentes no mundo real, surgem inimigos imaginários. E enquanto a população se distrai com temáticas ideológicas, debatendo os antagonismos como torcedores de futebol, questões mais importantes são deixadas de lado.

Neste universo de antagonismo, criam-se afirmações, até mesmo preconceituosas para simplificar e construir uma realidade ilusória: todo político é corrupto, todo obeso come demais, todo pobre é preguiçoso, todo rico lutou muito para ter o que possui, todo servidor é displicente...

A própria sociedade, talvez pela força do ego, pela necessidade de

Onde estão os desperdícios de recursos públicos ? Quem detém privilégios no Brasil ?



Que vivemos em um contexto social, político e econômico de crise, é inegável. A questão é que tais percalços são as justificativas para a classe política, para os meios de comunicação, para o setor produtivo, para os “comandantes” do mercado e tantos outros agentes de poder insistirem no discurso de que todos precisam fazer sua parcela de sacrifício. Mas onde está a parcela de sacrifício dos verdadeiramente privilegiados, condição pervertidamente atribuída aos trabalhadores, ultimamente, pelo simples fato de ter emprego !

Repetem para justificar suas reformas de que o Estado está inchado, especialmente de servidores, enquanto se esquece do peso da imensa classe política, com seus altos subsídios, penduricalhos e todo leque de indicados políticos.

Fala-se do peso dos tributos que sufocam empresários, mas se esquecem de falar que em geral eles apenas repassam o valor dos tributos embutidos nos preços e pagos efetivamente por toda sociedade, isso quando não acontecem casos de sonegação, cujos números nacionais são assustadores.

Atribui-se às empresas e entidades públicas os casos de corrupção, mas omitem o fato de que elas são, em regra, dirigidas pela classe política; esquecem que em cada caso noticiado pela mídia, não raro, estão envolvidos políticos e empresários. Enfim, que a corrupção está nos detentores do poder e não no Estado, elemento social criado justamente para atender à sociedade, mas utilizado erroneamente. Enfim, ataca-se o doente e não a doença.

E por fim, esquecem de todo contexto de desigualdade socioeconômica nacional, criticam benefícios sociais, atribuem ao trabalhador cada vez mais explorado e com menos segurança os problemas, enquanto a classe dominante (políticos e grupos que os financiam e influenciam) fortalece seus privilégios.

A quem este discurso atende ?

O fato é que esta crise é decorrência de

Proposta legislativa: redução da jornada de trabalho

Nesta postagem está o link para uma proposta encaminhada à Câmara dos Deputados propondo a possibilidade de redução da jornada de trabalho dos servidores públicos que assim desejarem, com a respectiva redução proporcional do salário. Isso visando a aumentar a oferta de emprego, com a abertura de novos concursos, sem comprometer ou ampliar os gastos com pessoal, ao mesmo tempo, atendendo as demandas por uma melhor qualidade de vida do trabalhador. 
 

Tendo em vista a necessidade dos municípios conterem as despesas com pessoal, as quais estão próximas do limite prudencial determinado pela Lei de Responsabilidade Fiscal em muitos deles, bem como, considerando a necessidade que a administração apresenta de ter um número maior de servidores, especialmente nos setores diretamente incumbidos de realizarem o trabalho técnico concomitantemente ao atendimento ao público (a linha de frente e o cartão de visitas da administração pública), seria salutar a abertura de concursos para a contratação de mais pessoas. No entanto, sabe-se que a ampliação do número de pessoal é conflitante com a necessidade de contenção de gastos. 

Modernamente, a sociedade (composta também pelos servidores) se mostra preocupada e inclui neste contexto a busca pela qualidade de vida, pelo

Um convite à leitura do meu livro: Reflexões sobre os fatores que impactam no processo de precificação

Faça o download do material
Por que elaborar um livro ?

A elaboração do trabalho em pauta: "Reflexões sobre os fatores que impactam no processo de precificação" consistiu em literalmente colocar no papel um um objetivo que alimento há vários anos, de publicar algo que talvez possa contribuir com determinada problemática social e materializar uma temática que desenvolvi durante minha trajetória acadêmica e que tem significativo impacto na realidade empresarial. O impulso decorreu de considerar relevante compartilhar as idéias que desenvolvemos, sejam elas fruto das experiências pessoais, da visão particular de mundo, do arcabouço teórico e intelectual que alicerçamos com as experiências, leituras e com as pessoas com as quais interagimos ao longo dos anos...

Compartilhar ideias, se expressar, satisfazer o gosto por pensar, escrever e repensar, foi o que me levou a criar este blog simples, esteticamente falho, mas eficaz em cumprir o objetivo: expressar ideias. Da mesma forma, como meio de expressão, surgiu a ideia de desenvolver um livro. O foco foi no conteúdo e também na experiência de desenvolvê-lo integralmente.

Sendo assim, além da construção do

Diferença entre Clima e Tempo

Muitas vezes há uma confusão entre os significados dos termos tempo e clima, sendo tratados como sinônimos, no que se refere às condições meteorológicas. Embora relacionados, tem significados distintos. Segundo o site Mundo Educação, o tempo refere-se ao estado momentâneo que ocorre em um determinado local a partir do ar atmosférico que pode ocorrer de maneira lenta ou rápida. Ou seja, isso indica que ele pode variar com significativa rapidez. Basta observarmos que, pela manhã, o tempo pode estar nublado, a tarde ensolarada, e a noite pode chover.



Para o CEMBA (Centro Estadual de Meteorologia da Bahia), o tempo é o conjunto das condições atmosféricas e fenômenos meteorológicos que afetam a biosfera e a superfície terrestre em uma escala de tempo (cronológico) e em um determinado local. A temperatura, umidade (nebulosidade, nevoeiro, chuva) vento (e as diferenças de pressão) etc. formam o conjunto de parâmetros do tempo.


Não cabe nesse momento destacar e pormenorizar as diferenças entre os elementos e os fatores do clima. Para quem quiser ter uma noção sobre essa questão, acesse o site uol, clicando aqui. Só vale destacar que os elementos do clima são os atributos básicos que servem para definir o tipo climático de uma determinada região como a temperatura, a umidade e a pressão atmosférica. 

Por sua vez, os fatores climáticos são os responsáveis pelas características ou modificações dos elementos do clima e devem ser analisados em conjunto. Os principais fatores são a latitude, a altitude, a maritimidade (a distância de uma localidade em relação ao mar), as correntes marítimas e as massas de ar, além daqueles relacionados às atividades humanas.

Da mesma forma, para o Jornal do Tempo Uol, o  tempo se refere ao estado instantâneo da atmosfera a qualquer momento, incluindo temperatura, precipitação, pressão do ar, nebulosidade, etc. Sendo assim, a previsão de tempo é uma projeção para um futuro próximo (de algumas horas a até 15 dias) baseada em cálculos matemáticos chamados modelos numéricos.

O Clima, por sua vez,é o

O professor sempre está errado

https://www.soescola.com/2017/04/ninguem-leva-
mais-trabalho-pra-casa-que-o-professor.html

Percebemos que atualmente encontramos muitas coisas erradas no lado de dentro dos muros escolares.

A sociedade, como pagadora de impostos, tem o direito de expor estes fatos que comprometem a qualidade da educação.

Salienta-se que professores também pagam impostos, também fazem parte da sociedade e sofrem com atitudes que nada agregam na melhoria daquilo que é coletivo.

Vivemos um momento cujo discurso da moda é propalar aos quatro ventos que pagar impostos nos dá o direito de reclamar de tudo que é público. Afinal, reclamar é mais fácil do que fazermos a nossa parte para melhorar o atual estado das coisas. Que sociedade queremos? Como contribuímos para atingi-la? Reclamando?

Realmente, há muita coisa errada nas escolas. Não compartilho

O egocentrismo nos discursos políticos

www.sagradopenedo.com.br
Uma coisa que os políticos ou gestores públicos deveriam aprender sobre liderança, observando o exemplo de muitas empresas eficientes e de sucesso, é que não existe “EU fiz”, mas “NÓS fizemos”. 

Os resultados visíveis do trabalho dificilmente partem de ações isoladas, mas são consequências de um processo complexo, de um esforço coletivo e de um objetivo comum. Em uma empresa, parte-se da definição das necessidades dos clientes para que ela possa oferecer algo de valor a eles. 

Isso orienta o planejamento estratégico, tático e as ações operacionais. E não se encerra na entrega do produto, mas nos serviços de pós-venda, na verificação da satisfação do consumidor, na coleta de informações para melhorar todo o fluxo e retroalimentar o ciclo. Isso envolve pessoas em todos os diversos setores, em todos os níveis hierárquicos. Envolve, inclusive, pessoas

Fusos horários do Brasil

De acordo com a Lei 12.876, a partir do dia 10 de novembro de 2013 populações do Acre e parte do Amazonas voltam a conviver com duas horas a menos que Brasília, isto porque, anteriormente, o território brasileiro já era dividido em 4 fusos horários, passando a contar com 3 e retornando a ter 4 horários distintos.

Mas vamos entender como os horários são estabelecidos, suas decorrências e suas implicações ?


O movimento de rotação da Terra, ao receber a luz solar, produz a passagem dos dias e das noites, causando uma diferença de horário entre pontos da superfície terrestre posicionados a uma distância significativa um do outro, já que, a grosso modo, quando um hemisfério é iluminado pelo sol (dia), o outro não (noite). Para padronizar essa diferença foram criados os fusos horários

A padronização foi feita considerando-se que a Terra, vista de um dos pólos, é uma circunferência perfeita, com 360°. 


Os fusos horários, também denominados zonas horárias, foram estabelecidos através de uma convenção composta por representantes de 25 países em Washington, capital estadunidense, em 1884. Nessa ocasião foi elaborada a divisão do mundo em 24 fusos horários distintos.

Nosso planeta leva em torno de 24 horas (23 horas, 56 minutos e 4,09 segundos)  para dar uma volta completa ao redor do seu próprio eixo (movimento de rotação terrestre), sendo responsável pela variação diária na radiação solar, caracterizando os dias e as noites

Urbanização brasileira

Considerando que os conteúdos referentes à industrialização brasileiras foram trabalhados e já assimilados pelos alunos, é possível, a partir das relações existentes entre as duas temáticas, adentrar no processo de urbanização brasileira.

Considerando que a "ocupação" do território brasileiro pelos portugueses (e posteriormente por outros países europeus) se deu, historicamente, a partir do litoral, onde também se desenvolveu a cultura da cana de açúcar, e com ela a implantação dos engenhos e outras infraestruturas, é um marco adequado para iniciar a explicação desse processo histórico.

Com a abertura de novas possibilidades de exploração econômica, a ocupação foi se ampliando no sentido leste-oeste. A exploração do ouro também contribuiu para a ocupação do interior do Brasil. Muitas cidades em Minas Gerais, por exemplo, são frutos desse processo. No Paraná, Paranaguá também se desenvolveu nessa forma. A exploração da borracha também abriu corredores no norte do país.

Merece destaque, entretanto, a cultura cafeeira no sudeste. A qual proporcionou as bases para o processo de industrialização, como visto anteriormente no capítulo sobre industrialização.

Desta forma, a partir de 1930, a industrialização ganhou impulso, atraindo um grande contingente de pessoas da área rural para a cidade, constituindo-se em uma fase de forte êxodo rural.

Como a substituição das importações e com o fortalecimento do mercado interno, ampliou-se o consumo, entretanto, necessitava-se ainda de fortalecer as indústrias de base para acompanhar este processo. Neste período, o governo proporcionou  uma série de incentivos para a industrialização. Houve a criação da Companhia Siderúrgica Nacional, da Petrobrás, en
tre outras.

O Brasil passava então de agroexportador para predominantemente industrializado.

Este contexto contribuiu para um intenso fluxo migratório, já que havia maior oferta de trabalho nas fábricas, a mecanização da agricultura liberava mão de obra e acentuava-se o processo de concentração fundiária.

Assim, além das razões econômicas e sociais, o ambiente urbano exercia...