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Tradicionalismo gaúcho no Paraná

Estereótipo do gaúcho
https://blog.indumentariagaucha.com.br/site
Mesmo em Irati, uma cidade marcada pela presença de descendentes de imigrantes europeus (que povoaram os três estados do Sul, em suma) e de migrantes, especialmente do Rio Grande do Sul, (como muitas das cidades erigidas ou influenciadas pelo Tropeirismo), e mesmo considerando que temos um dos maiores rodeios crioulos do Brasil, perguntar se “existe gaúcho nascido no Paraná” pode parecer uma indagação muito estranha. Afinal, paranaenses são os habitantes do Paraná, e gaúchos, os habitantes do Rio Grande do Sul. 
 
Mas o fio que causa o enredo é que historicamente as coisas nem sempre foram assim.
 
O termo “gaúcho” se refere não somente a um povo, ou a um gentilício, mas a um modo de vida que antecede a atual divisão política dos estados. Aliás, tudo depende do contexto em que se aplica determinada palavra (eis a riqueza da Língua), sem mencionar ainda as influências culturais que não conhecem fronteiras, que se mesclam, se transformam, que originam outras manifestações, etc.
 
O texto que se segue buscou, a princípio, responder esta pergunta: Existe gaúcho nascido no Paraná?
Para tanto, esboçou como justificativa o fato de que uma das aplicações do termo "gaúcho" serviu historicamente como designação para os povos que habitavam a região dos pampas, não tendo nenhuma (Continua...)

Construção Social da Contabilidade – das bases Histórico-Geográficas à Teoria Geral de Sistemas

RESUMO

Essa abordagem teórica não objetiva apontar os aspectos epistemológicos da Contabilidade, mas a dinâmica de adequação desta ciência na satisfação das necessidades de seus usuários no específico contexto socioeconômico e cultural de cada época e lugar, tratando-a como um processo histórico e geograficamente construído. Posteriormente, aborda-se o conceito e as características da informação gerencial, em  uma perspectiva baseada na Teoria Geral de Sistemas, condizente com a rapidez, volatilidade e integração do atual contexto empresarial.

Palavras-chave: Contabilidade, origens, informação, adaptação, necessidades.

O texto completo foi publicado na Revista P@rtes e pode ser acessado clicando aqui.


BASES HISTÓRICAS DA CONTABILIDADE

viviadm.blogspot.com
Como uma das formas de delinear a evolução histórica da Contabilidade, Beuren (2003) citando vários autores, tais como Melis, Van Breda e Hendriksen, define a cronologia da Contabilidade em quatro fases: Contabilidade no mundo antigo, Contabilidade no mundo medieval, Contabilidade no mundo moderno e Contabilidade no mundo contemporâneo.

A Contabilidade no mundo antigo abrange desde os primórdios da história até por volta do ano de 1200 d.C. Conforme observa Iudícibus e Marion (1999, apud Beuren 2003, p.23) “a Contabilidade surgiu para atender a necessidade de avaliar a riqueza do homem [...] em uma época que ainda não existiam números, escrita ou moeda.”

O início da história da Contabilidade tem um passado remoto, que se iniciou com a própria história da civilização. De acordo com Sá (1961, p. 21), a história da Contabilidade está “presa às primeiras manifestações humanas da necessidade social de proteção à posse e de perpetuação e de interpretação dos fatos ocorridos”.

www.historiamais.com
Porém, foi na Suméria que a Contabilidade teve um significativo desenvolvimento de seus métodos, sendo por isso, segundo Sá (1961), considerada o berço da escrituração contábil. 

Figueiredo (2004) cita que o desenvolvimento do papiro e do cálamo no Egito antigo facilitou o registro de informações sobre negócios. E foi por meio da utilização de registros, que o homem teve condições de conhecer e antever as suas reais necessidades de consumo e de produção. Ou seja, a capacidade do homem de planejara suas atividades, antevendo e se preparando para situações, carrega em si as causas e as conseqüências do seu próprio desenvolvimento enquanto ser humano e conseqüentemente, afetando as

Fusos horários do Brasil

De acordo com a Lei 12.876, a partir do dia 10 de novembro de 2013 populações do Acre e parte do Amazonas voltam a conviver com duas horas a menos que Brasília, isto porque, anteriormente, o território brasileiro já era dividido em 4 fusos horários, passando a contar com 3 e retornando a ter 4 horários distintos.

Mas vamos entender como os horários são estabelecidos, suas decorrências e suas implicações ?


O movimento de rotação da Terra, ao receber a luz solar, produz a passagem dos dias e das noites, causando uma diferença de horário entre pontos da superfície terrestre posicionados a uma distância significativa um do outro, já que, a grosso modo, quando um hemisfério é iluminado pelo sol (dia), o outro não (noite). Para padronizar essa diferença foram criados os fusos horários. 

A padronização foi feita considerando-se que a Terra, vista de um dos pólos, é uma circunferência perfeita, com 360°. 


Os fusos horários, também denominados zonas horárias, foram estabelecidos através de uma convenção composta por representantes de 25 países em Washington, capital estadunidense, em 1884. Nessa ocasião foi elaborada a divisão do mundo em 24 fusos horários distintos.

Nosso planeta leva em torno de 24 horas (23 horas, 56 minutos e 4,09 segundos)  para dar uma volta completa ao redor do seu próprio eixo (movimento de rotação terrestre), sendo responsável pela variação diária na radiação solar, caracterizando os dias e as noites

Agropecuária no Brasil e no Mundo: Origem da Agricultura e Sistemas Agrícolas

O que é Agropecuária ?

Reúne os substantivos:  “agricultura”+“pecuária”.
É a área do setor primário responsável pela produção de bens de consumo, mediante o cultivo de plantas e da criação de animais como gado para leite e corte (bovino, suíno, caprino, ovino), aves entre outros.
De longa data a agropecuária apresenta relevante destaque no cenário da economia nacional. Historicamente, foi uma das primeiras atividades econômicas a serem desenvolvidas no país. A ocupação do território, por exemplo, teve forte influência da produção de cana-de-açúcar, posteriormente do café e, por fim, da pecuária, que conduziu o povoamento do interior do país.
A atividade agropecuária no Brasil representa 8% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro e gera emprego para pelo menos 10% da população economicamente ativa do país. 

Como surgiu a Agricultura ?

A palavra agricultura significa “cultivo dos campos”. A palavra "agricultura" vem do latim, composta por ager (campo, território) e cultūra (cultivo), no sentido estrito de cultivo do solo.
Agricultura é o conjunto de técnicas utilizadas para cultivar plantas com o objetivo de obter alimentos, fibras, energia, matéria-prima para roupas, construções, medicamentos, ferramentas, etc.
Em português, a palavra "agricultura" manteve este sentido estrito e refere-se exclusivamente ao cultivo dos campos, ou seja, relaciona-se à produção de vegetais. No entanto, em inglês, assim como em francês, a palavra "agriculture" indica de maneira mais genérica as atividades agrícolas tanto de cultivo dos campos quanto de criação de animais.
O início das atividades agrícolas separa o período

Urbanização brasileira

CONTEXTO E DELIMITAÇÃO DO TEMA

Considerando que os conteúdos referentes à industrialização brasileiras foram trabalhados e já assimilados pelos alunos, é possível, a partir das relações existentes entre as duas temáticas, adentrar no processo de urbanização brasileira.

Considerando que a "ocupação" do território brasileiro pelos portugueses (e posteriormente por outros países europeus) se deu, historicamente, a partir do litoral, onde também se desenvolveu a cultura da cana de açúcar, e com ela a implantação dos engenhos e outras infraestruturas, é um marco adequado para iniciar a explicação desse processo histórico.

Com a abertura de novas possibilidades de exploração econômica, a ocupação foi se ampliando no sentido leste-oeste. A exploração do ouro também contribuiu para a ocupação do

Árabes, muçulmanos, sírios, turcos e outros povos do oriente médio

É comum nas conversas diárias haver uma confusão entre quem são os árabes, os turcos, os muçulmanos, os sunitas, os afegãos, os sírios, os libaneses, etc.

Em nossa região (Paraná), por exemplo, onde famílias sírias e libanesas se instalaram no final do Século XIX e início do Século XX, é comum generalizações que as tratam todos como sendo turcas.

Recentemente, com a crise e a disputa de poder no Afeganistão por grupos extremistas, mais termos engrossaram este caldo de confusão, como xiitas, sunitas, talibãs, afegãos, etc. Sendo assim, torna-se oportuno trazer uma breve descrição e desambiguação destes termos. Uma das generalizações mais recorrentes é tratar todos os povos do Oriente Médio como árabes, e tratar todos os árabes como muçulmanos.

Primeiramente, é preciso distinguir a etnia da questão religiosa (embora a religião possa ser um traço marcante da etnia).

Árabes e turcos, por exemplo, pertencem a um grupo étnico distinto, diga-se de passagem. Mas tanto turcos quanto árabes podem ser

Desigualdades urbanas: a alocação de recursos públicos e a sonegação empresarial (com base em Milton Santos)

A análise da cidade e suas dinâmicas sociais e espaciais tem sido um foco crucial de discussão entre renomados geógrafos e sociólogos. Milton Santos é um dos autores que oferece perspectivas profundas sobre o tema, abordando a desigualdade, os espaços de exclusão e de resistência no urbano brasileiro.

Milton Santos foi um geógrafo, amplamente reconhecido por suas contribuições na Geografia Urbana. Sua obra é caracterizada por uma análise crítica da cidade e da espacialidade, refletindo sobre as desigualdades sociais e econômicas que se manifestam no espaço urbano, que para ele, não é somente o lócus onde ocorrem tais fenômenos, mas percebe o espaço geográfico como produto das relações sociais e econômicas.

Milton Santos destaca a desigualdade como um dos pilares na compreensão da cidade. Em sua

Capitalismo e Globalização: Um conceito inicial

O presente texto trará uma abordagem inicial sobre o que é Globalização, sua origem histórica e os principais   aspectos sob a perspectiva econômica.


GLOBALIZAÇÃO: UM CONCEITO INICIAL

A globalização é um dos processos de aprofundamento da integração econômica, social, cultural, política, que teria sido impulsionado pelo barateamento dos meios de transporte e comunicação dos países no final do século XX e início do século XXI. É um fenômeno gerado pela necessidade da dinâmica do capitalismo de formar uma aldeia global que permita maiores mercados para os países centrais (ditos desenvolvidos) cujos mercados internos já estão saturados. Mantém forte relação com os avanços nas áreas de transporte e de telecomunicações.

Os norte-americanos (EUA) usam a expressão globalização, os franceses preferem mundialização e em outras sociedades a expressão usada é internacionalização. O fenômeno da globalização resulta de três aspectos ou forças: a revolução tecnológica, a interdependência dos mercados financeiros em escala planetária e a formação de áreas de livre comércio

VISÃO HISTÓRICA. Quando surgiu a globalização? 

Estudiosos defendem que a origem da globalização remonta à segunda metade do século XIX, aproximadamente, quando as grandes economias capitalistas iniciaram a primeira grande onda de investimentos no exterior, inaugurando o que se chamou de

Mapa mental dos setores da economia

Cada pessoa é diferente e disso não há dúvida. Em assuntos escolares, cada pessoa também tem suas disciplinas favoritas, seu professor favorito, e isso, geralmente, influencia no melhor ou pior aprendizado.

Mas por que isso ocorre ? Alguns alunos preferem aulas expositivas; outros preferem ver, aproveitando melhor exposições gráficas, filmes, etc.; e outros anotar... E há matérias que favorecem determinado tipo de abordagem, da mesma forma, tem professores que optam mais por uma forma do que por outra de repassar o conteúdo.

O ideal é combinar as diversas possibilidades de exposição / assimilação. Sendo assim, fala-se muito nos estilos de aprendizagem, os quais são, grosso modo: o auditivo, o visual e o sinestésico.

Aqueles que tiverem interesse em saber mais sobre os estilos de aprendizagem, podem visitar o site Lendo.Org (clicando aqui), onde encontrarão um infográfico muito bem elaborado e explicativo sobre o assunto.

Ninguém é puramente um ou outro, mas geralmente, temos uma forma com a qual encontramos maior facilidade de aprender. E quando alguém, no caso, o professor, usa desta forma, aprendemos melhor, e tendemos a gostar daquilo que temos facilidade.

Neste sentido, surgiu a ideia de repassar um dos conteúdos de Geografia: “Os setores da economia”, sob a forma de mapas mentais. Creio que essa forma de exposição facilitará a compreensão por parte dos alunos que tem o estilo visual de aprendizagem. 

O Processo Migratório no Brasil: um resumo sob a perspectiva geográfica e econômica

A história do Brasil é marcada por um rico e complexo processo imigratório que moldou profundamente sua sociedade, cultura e economia, além dos deslocamentos internos de pessoas, a chamada migração.

Ou seja, além da entrada de um contingente enorme de pessoas de diversas nacionalidades e culturas, em diferentes épocas, com diferentes objetivos, se assentando em diferentes regiões, cada uma delas com suas características naturais, que acabaram refletindo no modo de vida, é forte ainda os reflexos dos processos migratórios internos na dinâmica populacional, econômica e sociocultural.

A migração no Brasil pode ser compreendida tanto geograficamente, considerando as diferentes regiões do país, quanto cronologicamente, relacionando as migrações aos ciclos econômicos que influenciaram esses movimentos populacionais.

Neste texto, se esboçada uma reflexão sobre estas duas dimensões, destacando os principais fluxos migratórios em cada região e sua relação com os diferentes momentos econômicos do país, e por fim, relacionando este contexto com os “resultados” econômicos e sociais principalmente.

Obviamente, serão abordados alguns fluxos migratórios históricos mais relevantes. Ao longo de toda história humana a migração foi uma constante e uma mola propulsora de inúmeras e variadas mudanças sociais, econômicas, culturais, etc. E até hoje, em maior ou menor intensidade, estes processos ocorrem em suas diferentes escalas, conforme os fatores de atração e repulsão populacional se alteram.

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Migrações nas Regiões Brasileiras

Região Norte

A região Norte do Brasil apresenta uma dinâmica migratória peculiar, caracterizada por fluxos internos e internacionais. A migração internacional na região tem sido influenciada principalmente pela

Agropecuária no Brasil e no Mundo: Revolução verde e êxodo rural

Revolução Verde

A Revolução Verde ocorreu a partir da década de 1960, baseada no incremento tecnológico visando a produção em grande escala. Consistiu no desenvolvimento biotecnológico para gerar uma variedade maior de cereais. Nesse período iniciou também a utilização de fertilizantes para um melhor rendimento dos vegetais.

A intenção primordial no aumento de oferta de alimentos era de combater a fome. Partia-se do pressuposto de que com uma grande produção de alimentos seria possível amenizar a problemática da fome, sem considerar, entretanto, de forma plena, a questão da distribuição dos recursos. A Revolução Verde não conseguiu eliminar o problema da fome, apesar de ter diminuído o problema em países Asiáticos. 


A Revolução Verde favoreceu o aumento da produção, mas por outro lado provocou uma aceleração da desigualdade fundiária, as grandes propriedades rurais possuíam recursos financeiros para se modernizar e acompanhar as novas técnicas e tecnologias, já as pequenas propriedades se encontravam excluídas do processo de modernização, em razão da falta de apoio financeiro e técnico. Muitas vezes ocorre com esses pequenos proprietários a expropriação.


Na visão ambiental, o desenvolvimento da agropecuária tem provocado ao longo das ultimas décadas profundas alterações no meio ambiente, como o empobrecimento e perda de toneladas de solo, poluição, surgimento de erosões, poluição dos mananciais provocada por agrotóxico, criação de novas áreas de cultivo com derrubadas da cobertura vegetal natural e uma série de graves problemas ecológicos decorrente da prática da agricultura moderna. 


O êxodo rural é uma modalidade de migração caracterizada pelo deslocamento de uma população da zona rural em direção às cidades, é um fenômeno que ocorre em escala mundial.

O desencadeamento do êxodo rural é consequência, entre outros fatores, da implantação de relações capitalistas modernas na produção agropecuária, onde o modelo econômico privilegia os grandes latifundiários e a intensa mecanização das atividades rurais expulsa os pequenos produtores do campo. O intenso processo de mecanização das atividades agrícolas tem substituído a mão de obra humana. Os pequenos produtores que não conseguem mecanizar sua produção têm baixo rendimento de produtividade, o que os coloca em desvantagem no mercado. O êxodo rural provoca, na maioria das vezes, problemas sociais. Cidades que recebem grande quantidade

Impermeabilização do solo urbano

A correta infiltração das águas pluviais no solo é vital para a manutenção do equilíbrio hidrológico, para a natureza, incluindo florestas, agricultura, bem como para as demais atividades humanas. O oposto, por sua vez, traz uma série de problemas. E isto ocorre em solos expostos e compactados, quando em solos impermeabilizados pela atividade humana.

O processo de impermeabilização do solo urbano é um fenômeno decorrente do crescimento desordenado das cidades e da ocupação intensiva do solo. São construções, calçadas, asfalto, e poucas áreas para permitir a infiltração da água no subsolo.

A compactação do solo é um processo que ocorre quando há uma perda da porosidade e do espaço vazio entre as partículas do solo, resultando em uma maior densidade e resistência do solo. Isso pode acontecer naturalmente, devido ao tráfego de animais, eventos climáticos como chuva e ventos, ou de forma antrópica, afetando o processo de percolação da água.

Percolação é um processo de

Redes urbanas: uma abordagem didática para o 5º ou 6º ano do Ens. Fundamental

O conceito de redes urbanas foi cunhado na década de 1950 pelo geógrafo francês Pierre George. Em seu livro "Les Réseaux Urbains" (As redes urbanas), publicado em 1956, George propôs o estudo das relações entre as cidades e a organização do espaço urbano em termos de uma rede interligada destes locais.

A partir desse conceito, Pierre George buscou analisar a distribuição espacial das cidades em relação à sua hierarquia e aos fluxos de pessoas, bens e serviços que as conectam. 

Segundo o autor, as cidades se organizam em uma rede

Tipos de nuvens


As nuvens são formadas em decorrência da evaporação da água de rios, mares, lagos, piscinas e até mesmo do corpo humano e das plantas (evapotranspiração).

Para que haja a formação de nuvens é necessário que parte do vapor d’água contido na atmosfera se condense, formando pequenas gotículas de água, ou se solidifique, formando minúsculos cristais de gelo. Esta formação denomina-se  nebulosidade.

A elevação do ar é um processo chave na produção de nuvens que pode ser produzido por convecção, por convergência de ar, por elevação topográfica ou por levantamento frontal.

As nuvens podem ser classificadas de diversas perspectivas. Entre as principais , destacam-se:

Quanto ao tipo ou aparência

a) Estratiformes: quando se desenvolve horizontalmente, cobrindo grande área. Estas nuvens possuem pouca espessura e a precipitação ocorre de forma leve e contínua. Assim, o céu pode ficar encoberto por vários dias.

b) Cumuliformes : apresentam um desenvolvimento vertical em grande extensão. São nuvens que surgem isoladas, geralmente decorrente da elevada evaporação. Geram forte precipitação com pancadas localizadas.

c) Cirrus:  são nuvens fibrosas, altas, brancas e fina.
Qualquer nuvem reflete uma destas formas básicas ou é combinação delas

Quanto à constituição:

Sólidas - Podendo conter gelo até mesmo de tamanho elevado. São as chamadas nuvens negras ou tremulas.
Líquidas - constituídas basicamente por gotículas de água.
Mistas - constituídas tanto por gotículas de água quanto cristais de gelo.

Quanto à altitude:

Uma importante característica que diferencia os variados tipos de nuvens é 

Espacialização do Sistema Financeiro e o Lucro dos Bancos

www.seebgaranhuns.com.br
Que os bancos apresentam lucros exorbitantes, todo mundo sabe. Mas poucos refletem como isso acontece e como a sociedade contribui para esta extrema lucratividade. Obviamente, isso é uma questão complexa, passando por estratégias territoriais, estratégias legais, macroeconômicas, influenciando e sendo influenciada por questões sociais, como o consumo, emprego e renda, tecnologia da informação, até pelos hábitos culturais (povo mais ou menos poupador ou mais ou menos consumidor). 

Como é impossível tratar de todo esse emaranhado conceitual em um único texto, buscar-se-á enfatizar a questão da lucratividade bancária através da captação de recursos da sociedade e seu posterior empréstimo, com a diferença da taxa de juros entre estas operações gerando simplificadamente o spread bancário.


Só para dar uma noção da lucratividade do bancos, o site Globo.com. destaca que “a soma do lucro registrado por quatro bancos brasileiros em 2013, que chegou a cerca de US$ 20,5 bilhões, é maior que o Produto Interno Bruto (PIB) estimado de 83 países no mesmo ano, segundo levantamento feito com base em dados do Fundo Monetário Internacional”.

www.spbancarios.com.br


O site da Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Paraná (http://www.feebpr.org.br) também traz alguns dados, tabelados e apresentados a seguir, referentes ao ano de 2012:


Obviamente, o sistema financeiro se utiliza de muitas formas para lucrar. As estratégias são diversas, abrangendo desde a

O que é a era da informação ?

Muitos dizem que vivemos na era da informação, que navegamos na Terceira Onda de Tofler (que por sinal, já vê o prenúncio da uma quarta onda), ou seja, a onda da informação, que seguiu as ondas agrícola e industrial.

Autores como Malone, Drucker, Levy, entre outros, dizem que os clássicos fatores de produção estão perdendo seu status para o capital intelectual e para a informação.

Mas no campo empresarial, especificamente, como pode ser descrita a informação ?

A informação pode ser entendida como um dos recursos dos quais a empresa dispõe e utiliza (ou necessita) para a consecução de seus objetivos. De forma genérica, informar significa comunicar algo a alguém.

Existe uma clássica distinção entre dados e informações. Oliveira (1993, p.34) define dado como sendo “qualquer elemento identificado em sua forma bruta que por si só não conduz a uma compreensão de determinado fato ou situação.”

A informação, por sua vez, é mais estruturada. É definida como sendo “o dado trabalhado que permite ao executivo tomar decisões” (OLIVEIRA, 1993. p.34)

Cassarro (2003, p.35) corrobora afirmando que

Crise do Café e Industrialização Brasileira

O texto a seguir traz uma explanação a respeito do processo de industrialização brasileira, com aprofundamento dos conteúdos condizentes com as especificidades de uma aula (50 minutos) para o 7º ano do ensino fundamental.

Vemos que o processo de industrialização mantém relação com as temáticas vistas anteriormente pelos alunos, (como movimentos migratórios e meio rural) podendo ser retomado em suas relações com o espaço rural.

Como estudado anteriormente, a industrialização influenciou o êxodo rural, a mecanização das atividades agrícolas, etc. refletindo nos movimentos migratórios, na dinâmica das paisagens etc.

Considera-se ainda o fato de que rural e urbano não são espaços estanques ou isolados entre si, mas interdependentes. Como podemos ver na imagem 02, indústrias instalam-se nas áreas rurais, e mesmo quando urbanas, processam matérias-primas oriundas deste espaço, refletindo novamente nas condições destes espaços.

Alteram também a paisagem urbana, com suas instalações e com o fluxo que exige para a garantia de suas operações, refletindo no trânsito, na urbanização (que será tratada na sequência), nas formas de ocupação do espaço (moradias, favelas, etc.) e nos fluxos de pessoas, informação e capital.














Destaca-se também que a industrialização não se refere somente a instalação de indústrias em determinado espaço, mas diz respeito a uma atividade econômica capaz de subordinar outras atividades, inclusive a agricultura, as suas demandas. Implica também em uma crescente

O que é ser um Hacker ?

O termo hacker é frequentemente utilizado para se referir a pessoas com habilidades avançadas em informática, capazes de realizar ações que vão desde a solução de problemas técnicos até a invasão de sistemas. Quem nunca assistiu um filme onde o Hacker, ou eu diria, o Ninja da Computação, invade sistemas, dispara mísseis, rastreia pessoas, suga a conta bancária de milionários ? Mas será que na realidade é isso mesmo ?
https://canalconsultapublica.com.br/

A origem do termo hacker é incerta, mas sites apontam que ele teria surgido nos anos 60 nos laboratórios do MIT (Massachusetts Institute of Technology) nos Estados Unidos, onde os programadores costumavam se referir uns aos outros como hackers.

Inicialmente, eram vistos como entusiastas da tecnologia e da programação, que buscavam explorar ao máximo as possibilidades dos sistemas computacionais. Enfim, "fuçavam" todos os atalhos, brechas, potencialidades e fragilidades dos sistemas. 

Com o passar dos anos, no entanto, o

Precisamos desenvolver habilidades profissionais ou humanas ?

          Não há o que se discutir ou discorrer. O fato é que a vida mudou vertiginosamente nos últimos anos, e cada vez mais, as mudanças são intensas e rápidas. Em outras palavras, ocorrem de forma exponencial.

E uma das raízes de tudo isso é a tecnologia. Ela altera as relações sociais, os hábitos de vida, a saúde (e a medicina), os hábitos de consumo, reduz preços ao ampliar a produtividade (e a exploração e o controle do trabalhador), e como não poderia ser diferente, impacta nas relações humanas e trabalhistas.

          As relações empregatícias conhecidas por nós, nascidos nos anos de 1980 ou talvez até 1990, não subsistem mais. E estas mudanças e esta “flexibilização” (precarização ou uberização) tendem a se aprofundar. Empregos e profissões deixarão de existir, embora outras atividades surgirão; porém, a forma de realizá-las será diferente.

O saber operacional e até mesmo o saber técnico vêm perdendo campo enquanto as habilidades humanas, chamadas de softskills, vêm ampliando ou retomando sua importância. Não se pode pensar, porém, que esta mudança de paradigma tem como plano de fundo a maior valorização do ser humano, ou um mero efeito da aplicação do conhecimento tecnológico, mas visa, ainda, a ampliação da reprodução do capital e de suas relações que permeiam todos os campos sociais.

Se por um lado, o “pôr a mão na massa” vem sendo substituído por máquinas, robôs, sistemas de inteligência artificial, algumas habilidades e competências retomam seu destaque. Liderança, comunicação, resolutividade, criatividade, iniciativa, inteligência emocional e aprendizado constante são cada vez mais necessárias.

Diversos livros, artigos em revistas, vídeos na internet trazem algumas destas habilidades indispensáveis não só para se

A observação como forma de entender o tempo e o clima

O QUE É TEMPO E O QUE É CLIMA ?

Visite também a postagem: Diferença entre clima e tempo neste blog.

Muitas vezes há uma confusão entre os significados dos termos TEMPO e CLIMA, sendo tratados como sinônimos, no que se refere às condições meteorológicas. Embora relacionados, tem significados distintos.

Conforme disponível no blog Vozes do Verbo (clique aqui para acessar o texto completo), o tempo refere-se ao estado momentâneo das condições atmosféricas que ocorre em um determinado local, podendo variar de maneira mais ou menos rápida. Basta observarmos que, pela manhã, o tempo pode estar ensolarado, a tarde nublado e a noite pode chover.

Para o CEMBA (Centro Estadual de Meteorologia da Bahia), o tempo é o "conjunto das condições atmosféricas e fenômenos meteorológicos que afetam a biosfera e a superfície terrestre em uma escala de tempo (cronológico) e em um determinado local." A temperatura, umidade (nebulosidade, nevoeiro, chuva) vento (e as diferenças de pressão) etc. formam o conjunto de parâmetros do tempo.

Não cabe nesse momento destacar e pormenorizar as diferenças entre os elementos e os fatores do clima, já que se trata de