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| Fonte: http://radionajua.com.br |
Além das diferenças concretas e objetivas existentes entre as diferentes paisagens, e da variedade de elementos que as compõem, cuja combinação colabora para que cada paisagem seja única, existe também a...
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| Fonte: http://radionajua.com.br |
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| https://fernandonogueiracosta.wordpress.com/2016/02/06/ reforma-tributaria-em-fatias-elevacao-do-itcmd/ |
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| http://jornalggn.com.br/blog/diogo-costa |
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| http://slideplayer.com.br/slide/1849190/ |
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| Fonte: Portal Vermelho |
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| https://www.cartamaior.com.br/?/ Editoria/Educacao/Seis-respostas-sobre- como-combater-o-Escola- Sem-Partido/54/42694 |
Esta visão se alicerça sob uma espécie de exacerbação do individualismo egoísta, talvez uma forma de narcisismo como epidemia que ataca os valores sociais. Porém, não se resume a uma liberdade individual apenas, a um resultado da autonomia consciente do indivíduo, mas em partes, é fruto de uma manipulação estruturada por organismos ou grupos que se valem do antagonismo social. Tanto, que os mesmos que defendem a absoluta liberdade de expressão, inclusive para propalar mentiras, tentam tolher o pensamento crítico, vinculando-o a correntes ideológicas ou a doutrinação.
Enfim, a liberdade de expressão, direito
fundamental expresso na Carta Magna, mas que certamente é um valor
pré-constitucional (pois a própria noção de democracia se sustente nela), tem
suas distorções.
A liberdade tornou-se um
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| https://oermodolampiao.files.wordpress. com/2010/05/1434033-0839-atm14.jpg |
A
vida em sociedade é uma eterna construção e reconstrução. E reconstruir implica em destruir o que outrora fora erguido, como crenças, valores, hábitos,
saberes, pois a sociedade historicamente muda, e com ela, a cultura, as
necessidades, o modo de ser. O ser humano está em constante mudança e mudando o espaço a sua volta. Devir !!
E podemos resumir grossamente a sociedade como nada mais do que o conjunto adaptativo, reativo e proativo de pessoas. Mas não se configura como
a soma dos fragmentos individuais. Tampouco, o indivíduo é um mero fragmento daquilo que
é o tecido social.
Indivíduo
e sociedade se constroem dialeticamente. Um constrói e reconstrói o outro. E
como temos indivíduos e grupos complexos, podemos dizer que temos uma sociedade
heterogênea, até mais que isso, temos sociedades (no plural), com camadas ou grupos, muitas vezes antagônicos. E o antagonismo
não significa que uns estão certos e outros errados, mas apenas que enxergam a
realidade sob prismas diferentes. Cada um tem sua própria realidade.
E neste paradoxo complexo de inter-relações, estão as relações, talvez mais fundamentais, mais simples e mais complexas: as relações com aqueles que estão próximos a nós, que além das divergências culturais, históricas, pessoais, educacionais, repousa ainda a carga emocional e afetiva que permeiam estas relações.
São as relações na comunidade, na vizinhança, no ambiente de trabalho,
com os amigos e familiares, com cônjuges, etc.
Neste contexto, é normal e socialmente esperado que
Se você abasteceu seu carro hoje, agradeça à Petrobrás. Se tomou água, agradeça sua Companhia de Saneamento. Você já fez isso hoje ?
Entretanto, a referida frase me convidou a uma reflexão menos regionalizada e mais ampla.![]() |
| http://maternar.blogfolha.uol.com.br/2013/10/09/ mcdonald%C2%B4s-visita-creches-e-pais- temem-influencia-nos-habitos-alimentares/ |
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| http://artesmendes.wordpress.com/tag/ideb/ |
Um comunicador, seja locutor de rádio, jornalista de tv, autor de artigos, etc. tem um público que confia em suas palavras, se informa e toma decisões baseado nelas. Por isso, há uma necessidade ética de buscar a máxima imparcialidade possível, apresentando os fatos sob todos os prismas e vieses, buscando fontes isentas, confiáveis e verificáveis, e principalmente, deixando claro o que é fato do que é opinião ou ponto de vista. Ponto de vista nem sempre corresponde ao fato, a verdade, ou representa a totalidade do fenômeno a ser observado.
Por mera dedução, já podemos supor que a imparcialidade e objetividade, seja jornalística ou até mesmo de conteúdos científicos, é um mito. É uma utopia positivista.
Até mesmo nas Ciências é o pesquisador que escolhe o objeto de pesquisa, a perspectiva a ser analisada e o referencial teórico que sustenta sua tese. O que dizer então dos meios de comunicação ?
Vamos a um exemplo hipotético: aproveitando a proximidade da Cúpula do Clima 2021, podemos usar o desmatamento para ilustrar.
Supondo que de 2015 a 2018 o desmatamento na Amazônia Legal foi de 8 mil km² e em 2019 atingiu 16 mil km² e em 2020 alcançou 13 mil km², podemos dizer, sem dúvida, que houve um aumento da devastação ambiental. Porém, se compararmos apenas 2020 com 2019, o que os governistas gostam de fazer, não está matematicamente errado se falarmos que conquistamos uma redução do desmatamento.
Destaca-se que falar simplesmente que houve aumento ou redução, desconsiderando o contexto, a série histórica de dados, usando bases convenientes de comparação, não está errado estatística ou numericamente. Ambas as exposições são verdadeiras e corretas, mas expressam um determinado viés. Atendem a um determinado interesse ou visam a justificar determinada visão ou opinião.
Assim, uma matéria, um jornalista, um formador de opinião, enfim, qualquer meio de comunicação que apresenta apenas dado problema sob apenas um ângulo, está apenas
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| http://www.cutbrasilia.org.br/site/2018/02/16/ a-mentira-do-combate-aos-privilegios- na-reforma-da-previdencia/ |
Caminhada urbano-rural, saindo e percorrendo as trilhas do Parque Ambiental Monge João Maria, em Rebouças, seguindo até as proximidades do Cemitério da Comunidade do Bugio, indo sentido Poço Bonito e retornando ao Parque. Trajeto totalizando em torno de 10 km.
Embora seja um erro comum atribuir à Contabilidade a missão de atender com primazia o fisco, ela tem diversos outros usuários para os quais suas informações são úteis e indispensáveis, inclusive a administração.
Projeções do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) indicam que essa região deverá produzir próximo de 20 milhões de toneladas de grãos em 2022. No ciclo 2011/12, o Mapitoba produziu 13,9 milhões de toneladas. Para se ter ideia do potencial da região, na temporada 2002/03 a safra era de 7,3 milhões. Ou seja, a colheita praticamente dobrou.