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Usuários da Informação Contábil

          Embora seja um erro comum atribuir à Contabilidade a missão de atender com primazia o fisco, ela tem diversos outros usuários para os quais suas informações são úteis e indispensáveis, inclusive a administração.

          Os usuários da Contabilidade podem ser considerados todos aqueles que têm interesse em conhecer a situação em que a empresa se encontra e para que rumo ela está se orientando, principalmente com relação aos aspectos econômicos e financeiros.

           Atualmente, o número de usuários da informação contábil, ou seja, daqueles que tem interesse nas condições das empresas é relativamente maior, inclusive decorrente de mudanças sociais. Hoje há valorização das empresas ecologicamente corretas e pressões contra aquelas que exploram de maneira inadequada os recursos naturais ou provocam qualquer tipo de dano ambiental, tanto que muitas empresas auxiliam Organizações Não-Governamentais - ONG’s, desenvolvem projetos sociais, etc.

           Porém, além das atitudes politicamente corretas exercidas pelas empresas, a sociedade se interessa em constatar se as empresas cumprem as exigências legais, com relação a funcionários, com relação à qualidade dos produtos ou serviços, etc. Isso é comprovado pelo destaque atualmente dado a demonstrações como o balanço social.

           Entretanto, além da parcela da sociedade que se interessa pelas questões empresariais, Marion (2004) cita uma série de outros interessados, os quais são: os investidores que aplicam dinheiro na entidade, correndo risco e esperando o retorno justo; os fornecedores, que utilizam as informações contábeis para verificar a capacidade da empresa em honrar com suas dívidas, para planejar o volume de vendas, para decidir entre atender um ou outro contrato de venda, etc.; os bancos, que verificam fatores como a liquidez e o risco de insolvência para conceder crédito; o governo, para aplicar a tributação cabível, além de empregados, sindicatos, concorrentes, etc.

           No caso das microempresas, a informação contábil, em muitos casos, atende

Agropecuária no Brasil e no Mundo: Origem da Agricultura e Sistemas Agrícolas

O que é Agropecuária ?

Reúne os substantivos:  “agricultura”+“pecuária”.
É a área do setor primário responsável pela produção de bens de consumo, mediante o cultivo de plantas e da criação de animais como gado para leite e corte (bovino, suíno, caprino, ovino), aves entre outros.
De longa data a agropecuária apresenta relevante destaque no cenário da economia nacional. Historicamente, foi uma das primeiras atividades econômicas a serem desenvolvidas no país. A ocupação do território, por exemplo, teve forte influência da produção de cana-de-açúcar, posteriormente do café e, por fim, da pecuária, que conduziu o povoamento do interior do país.
A atividade agropecuária no Brasil representa 8% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro e gera emprego para pelo menos 10% da população economicamente ativa do país. 

Como surgiu a Agricultura ?

A palavra agricultura significa “cultivo dos campos”. A palavra "agricultura" vem do latim, composta por ager (campo, território) e cultūra (cultivo), no sentido estrito de cultivo do solo.
Agricultura é o conjunto de técnicas utilizadas para cultivar plantas com o objetivo de obter alimentos, fibras, energia, matéria-prima para roupas, construções, medicamentos, ferramentas, etc.
Em português, a palavra "agricultura" manteve este sentido estrito e refere-se exclusivamente ao cultivo dos campos, ou seja, relaciona-se à produção de vegetais. No entanto, em inglês, assim como em francês, a palavra "agriculture" indica de maneira mais genérica as atividades agrícolas tanto de cultivo dos campos quanto de criação de animais.
O início das atividades agrícolas separa o período neolítico do período paleolítico. Sendo anterior à história escrita, o início histórico da agricultura não é preciso, mas admite-se que ela tenha surgido independentemente em diferentes lugares do mundo, provavelmente nos vales e várzeas fluviais habitados por antigas civilizações.
Povos caçadores-coletores perceberam que alguns grãos que eram coletados da natureza  poderiam ser enterrados, isto é, "semeados" a fim de produzir novas plantas iguais às que os originaram. Essas primeiras formas de agricultura eram certamente praticadas perto de moradias e aluviões das vazantes dos rios, que fertilizavam as terras. Com isso, as freqüentes e perigosas buscas por alimentos eram evitadas. Com o tempo, foram selecionados entre os grãos selvagens aqueles que possuíam as características que mais interessavam aos primeiros agricultores, tais como tamanho, produtividade, sabor e outras.
Assim surgiu o cultivo das primeiras plantas domesticadas, entre as quais se inclui o trigo e a cevada. Como não há um rígido consenso sobre a origem da agricultura, alguns historiadores definem que a atividade agrícola parece ter surgido há cerca de 10.000 anos, na Mesopotâmia, com o cultivo de grãos e a criação de ovelhas. Há também registros de cultivos em outras regiões diferentes do mundo em épocas distintas: Mesopotâmia, América Central (pelas culturas pré-colombianas) e nas bacias hidrográficas da China e da Índia, nos vales dos rios Nilo (Egito), Tigre e Eufrates(Mesopotâmia, atualmente conhecida como Iraque) e rios Amarelo e Azul na

Fixos e Fluxos: Olhando Irati PR pelo prisma das vias de circulação

Para quem chega a Irati, seja em busca de oportunidades profissionais ou em decorrência da oferta de ensino superior, é de imediato surpreendido pelo alto valor das terras e consequentemente dos aluguéis em relação às cidades vizinhas.

Apenas a população acadêmica que passa a residir efetivamente na cidade não é suficientemente grande para que a demanda imobiliária suplante a oferta, tendo em vista o fato de que há uma visível expansão do número de pessoas investindo na locação imobiliária e que os acadêmicos, em grande parte, se associam em repúblicas ou residem em quitinetes. Outra alternativa menos onerosa é a locação de casas nos bairros, o que, por outro lado, contribui para a necessidade de meios de transporte para facilitar a locomoção.

Resumo da História da Contabilidade

A afirmação de Silva e Moura (2003, p. 03) “compreender e identificar os fatos passados é um marco para o entendimento do presente, e com maior segurança projetar idéias futuras” alerta para duas questões importantes.

A primeira destaca que é preciso conhecer a origem da Contabilidade e os fatores ligados a sua evolução para possibilitar que meios mais adequados de atender as necessidades atuais sejam elaborados.
A segunda questão alerta, mesmo que indiretamente, para a importância das informações contábeis como uma forma de conhecimento da identidade empresarial, sua evolução, seu estado presente e perceber para onde ela caminha.

Essa abordagem histórica não objetiva apontar de forma completa a evolução da Contabilidade como ciência, apontando as suas origens, bases e escolas, mas visa enfocar a adequação e resposta da Contabilidade para necessidades práticas de informação e de gestão.
Isso demonstra a sua evolução e resposta às necessidades de seus usuários e a sua adequação ao contexto sócio-econômico de cada época, cujos aspectos são mais condizentes com os objetivos deste trabalho.

Como orientação da evolução histórica da Contabilidade, Beuren (2003) citando vários autores, tais como Melis, Van Breda e Hendriksen, define a cronologia da Contabilidade em quatro fases: