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O professor sempre está errado

https://www.soescola.com/2017/04/ninguem-leva-
mais-trabalho-pra-casa-que-o-professor.html

Percebemos que atualmente encontramos muitas coisas erradas no lado de dentro dos muros escolares.

A sociedade, como pagadora de impostos, tem o direito de expor estes fatos que comprometem a qualidade da educação.

Salienta-se que professores também pagam impostos, também fazem parte da sociedade e sofrem com atitudes que nada agregam na melhoria daquilo que é coletivo.

Vivemos um momento cujo discurso da moda é propalar aos quatro ventos que pagar impostos nos dá o direito de reclamar de tudo que é público. Afinal, reclamar é mais fácil do que fazermos a nossa parte para melhorar o atual estado das coisas. Que sociedade queremos? Como contribuímos para atingi-la? Reclamando?

Realmente, há muita coisa errada nas escolas. Não compartilho

Contaminação com agrotóxicos: aceita um copo de resíduo tóxico ?

Matéria completa sobre este assunto foi produzida pela APUBLICA e  pode ser visualizada em: https://apublica.org/2019/04/coquetel-com-27-agrotoxicos-foi-achado-na-agua-de-1-em-cada-4-municipios-consulte-o-seu/?mc_cid=2852bffc06&mc_eid=d680b34410

Segundo a Embrapa, anualmente são usados no mundo aproximadamente 2,5 milhões de toneladas de agrotóxicos. O consumo anual de agrotóxicos no Brasil tem sido superior a 300 mil toneladas de produtos comerciais. Expresso em quantidade de ingrediente-ativo (i.a.), são consumidas anualmente cerca de 130 mil toneladas no país; representando um aumento no consumo de agrotóxicos de 700% nos últimos quarenta anos, enquanto a área agrícola aumentou 78% nesse período.


Os estados que mais se destacam quanto à utilização de agrotóxicos são São Paulo (25%), Paraná (16%), Minas Gerais (12%), Rio Grande do Sul (12%), Mato Grosso (9%), Goiás (8%) e Mato Grosso do Sul (5%).  Em relação ao volume de agrotóxicos por tonelada de cultura agrícola, soja, milho, citros e cana de açúcar se destacam. Quanto ao volume por área de produção, tomate, batata e citros são as culturas que mais usam o chamado “defensivo”.

Analisando estes dados, embora superficiais, já se tem uma noção de que o consumo de agrotóxicos é cada vez maior. E isto traz impactos, inclusive sobre o equilíbrio ecológico e sobre a saúde das pessoas das cidades de nossa região, como veremos na sequência. 

Destaca-se que tal contexto não decorre simplesmente porque

A ilusão dos rótulos

Conforme expressa o Portal Anvisa, a chamada Agenda Regulatória (AR) da Anvisa é um instrumento de gestão que confere maior transparência, previsibilidade e eficiência para o processo regulatório da Agência, uma vez que divulga, para um determinado período, as prioridades que demandam atuação da autoridade regulatória. 

O processo de construção da agenda prevê momentos de participação da sociedade para identificação dos problemas enfrentados por diferentes atores sociais. Neste sentido, a agência disponibilizou um formulário para a sociedade elencar suas demandas ou temas julgados relevantes. Os temas descrevem assuntos sujeitos à atuação regulatória da ANVISA, tais como registro, notificação, fiscalização, monitoramento, etc, exigências e requisitos referentes a produtos, serviços e estabelecimentos regulados por ela. 

Isto deu ensejo para compartilhar uma preocupação a respeito dos alimentos, expostos em mercados e demais centros de comércio anunciados como alternativa para pessoas diabéticas (ou com outras restrições ou intolerâncias alimentares), sobretudo no que tange ao açúcar, cujo apelo mercadológico dos produtos estimula o consumo como alternativa segura, porém, a realidade nem sempre se coaduna com o marketing utilizado. 

Vendo nos supermercados as opções de produtos "diet", percebe-se que os ditos "sem açúcar" têm em sua composição outros tipos de substâncias que elevam a glicose da mesma forma que o tradicional açúcar (e trazem as mesmas consequências, ou até piores, pois a desinformar pode estimular o consumo em maior quantidade), como maltodextrina, sacarina, sacarose, glicose, xaropes, amidos, etc. entre outras denominações utilizadas e que a maioria das pessoas não distingui (e sequer tem tempo para realizar uma análise minuciosa de rótulos com informações técnicas, minúsculas e volumosas), o que para pessoas portadoras de diabetes (que vem sendo considerada como uma epidemia da atualidade), gera riscos e danos à saúde, para não dizer, à vida. 

Outro "truque", é que como a legislação dá brechas, os rótulos trazem a informação "zero açúcar", "zero gordura trans" ou "zero qualquer outra substância" que possa ser restrita em alguma dieta e prejudicial ao consumidor, porque o cálculo para autorizar tal citação leva em