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Resumo sobre os Indicadores Socioeconômicos

INDICADORES SOCIOECONÔMICOS E CARACTERÍSTICAS DO SUBDESENVOLVIMENTO

Caso queira o resumo do texto em arquivo do Power Point®, clique aqui.

É necessário considerar, primeiramente, que o subdesenvolvimento é um produto histórico decorrente da ação de diversos fatores. A literatura crítica aponta como uma das causas mais predominantes a injusta ordem mundial e das relações entre as classes sociais. Por outro lado, aspectos culturais e até ambientais (sem buscar uma explicação determinista) podem ser variáveis a serem analisadas, dentro das especificidades de cada país, região, etc.


Para compreender melhor estas relações, torna-se necessário parâmetros que permitam comparar e elencar os diversos países sob determinados critérios, bem como classificar um país especificamente ao longo do tempo, expressando de forma mais objetiva sua posição e evolução, embora ressaltando que estes parâmetros são condizentes com uma lógica capitalista.

Esses parâmetros são os indicadores, entre os quais se destacam: os índices de analfabetismo, o produto nacional bruto per capita, o IDH (índice de desenvolvimento humano), entre outros, definidos conforme o interesse da análise. Destaca-se também que estes parâmetros não estão isentos de distorção. Por exemplo: ao falar que o IDH do Brasil em 2011 foi  de 0,718 (colocando o país na 84ª posição entre 187 países avaliados pelo índice) não significa que todos os estados tenham o índice no mesmo patamar. Regiões mais desenvolvidas como o Sul podem ter um índice maior e regiões menos desenvolvidas um indicador menor.

Ilustrando esta distorção, o IDH paranaense em 2010 foi de 0,820, maior que a média nacional. Por outro lado, o IDH de Alagoas é 0,677 no mesmo ano.

Cada indicador traz seus reflexos nas relações sociais. O analfabetismo, por exemplo, limita o ser humano. Tal sentimento de inferioridade favorece especialmente as classes sociais dominantes. De certa forma, toda diferença de instrução entre os homens pode criar uma divisão entre uma massa dominada e uma elite dominante.

Segundo o site Brasil escola e segundo pesquisas do Ministério da Educação, no Brasil são 16 milhões de analfabetos, pessoas que não conseguem sequer escrever um bilhete. Já os que não chegaram a concluir a 4ª série do ensino fundamental I, somam 33 milhões, concentrados em 50% no

Decoração natalina: obrigação do poder público ou da iniciativa privada ?

É comum vermos nos meios de comunicação, matérias tratando da reclamação da população e principalmente, dos comerciantes, sobre a falta de decoração natalina promovida pelo poder público, em muitas cidades da região.

Segundo a opinião de alguns entrevistados, as pessoas que trabalham no comércio percebem, nestes casos, uma redução no movimento nas lojas, pois o público consumidor não tem muita motivação para visitar o centro da cidade. Segundo estes comerciantes, se tivesse uma decoração bonita as pessoas vinham passear e aproveitavam para comprar os presentes de natal.

O problema é que a sociedade, cada vez mais, está exigindo tudo do Estado. Isso deixa de ser uma noção de direito e cidadania, como ocorre ao reivindicar serviços básicos, e passa a ser uma situação de dependência ou da busca por privilégios, quando questões que não são exclusivamente de responsabilidade pública passam a ser exigidas como se assim fossem, especialmente quando estas visam trazer vantagens para públicos específicos e não para a coletividade.

Dessa forma, ao invés de reclamar, não seria mais interessante aos comerciantes utilizar o espírito empreendedor e eles mesmos, se unindo, promover a decoração, a qual segundo muitos, amplia as vendas e aumenta os lucros ?

Só para citar alguns exemplos, em Ponta Grossa, a ACIPG, a FIEP e a própria diocese estimularam a decoração natalina com concursos de vitrines e fachadas. Em Curitiba, o concurso Natal Vivo, promovido pelo Conselho de Bairros do Comércio Vivo da Associação Comercial do Paraná (ACP), em parceria com oito associações de bairros e um jornal de grande circulação, também demonstrou a importância da proatividade dos comerciantes e mesmo dos proprietários de residências em decorar vitrines e fachadas.

Em Maringá a ACIM (Associação Comercial) também se envolveu no estímulo às decorações. Outro exemplo foi dado pela Associação comercial de Guarapuava (ACIG). Ela se propôs a instalar  mais de 200 pinheirinhos e anjos de luzes, na rua Saldanha Marinho.

Soma-se a isso a iniciativa individual dos comerciantes em muitas cidades do Paraná e tem-se um "clima natalino" mais condizente com a data, e mais de acordo com os objetivos do comércio, que é estimular as vendas e agradável aos anseios da população.

Ou seja, ao invés de esperar somente a prefeitura investir dinheiro público, ações individuais e coletivas advindas da própria sociedade também poderiam contribuir, afinal, o comércio, com os próprios entrevistados argumentam, seria beneficiado.

Presidente ou presidenta ?

Durante o período de campanha eleitoral e mesmo após a definição do pleito, tanto a cadidata eleita Dilma Rousseff, quanto o presidente Lula usavam em seus discursos o termo presidenta. Tal termo, utilizado como a  forma feminina de presidente abre margens para questionamentos sobre sua adequação. 

Segundo o dicionário digital Aulete, na verdade, os substantivos e adjetivos de dois gêneros terminados em -ente não apresentam flexão de gênero feminino (e nem masculino, afinal, são de dois gêneros) terminado em -a

Por esse motivo, não se diz "a gerenta", "a pacienta", "a clienta" etc. 
Caso fosse correto o uso de "a presidenta", por coerência, diríamos que "a presidenta está contenta por ser bem atendida como clienta !"

Já para o Prof. Hélio Consolaro, a predominância do masculino na língua portuguesa reflete o machismo. A título de exemplo: em uma sala com 29 mulheres e 01 homem, o orador tende a usar somente a forma masculina em  sua invocação: prezados senhores. Talvez fale prezadas senhoras e prezado senhor. 

Traria maiores constrangimentos se houvesse uma generalização para a forma feminina. 

Comparando com o passado recente, não havia feminino de presidente e nem de hóspede. Agora, depois da luta das mulheres na sociedade, os dicionários já registram e a gramática aceita os femininos: presidenta, hóspeda.

Sérgio Nogueria, também concorda que a forma presidenta segue a tendência natural de criarmos a forma feminina com o uso da desinência “a”: menino e menina, árbitro e árbitra, brasileiro e brasileira, elefante e elefanta, pintor e pintora, espanhol e espanhola, português e portuguesa.

Na língua portuguesa, temos também a opção da forma comum aos dois gêneros: o artista e a artista, o jornalista e a jornalista, o atleta e a atleta, o jovem e a jovem, o estudante e a estudante, o gerente e a gerente, o tenente e a tenente.

Há palavras que aceitam as duas possibilidades: o chefe e A CHEFE ou o chefe e A CHEFA; o parente e A PARENTE ou o parente e A PARENTA; o presidente e A PRESIDENTE ou o presidente e A PRESIDENTA…

O problema deixa, portanto, de ser uma dúvida simplista de certo ou errado, e passa a ser uma questão de preferência ou de padronização. No Brasil, é fácil constatar a preferência pela forma comum aos dois gêneros: a parente, a chefe e a presidente.

Entretanto, não se pode descartar o viés político e ideológico que a marcação feminista do termo denota. É sabido que o voto das mulheres numericamente pode definir a eleição, afinal, são a maioria da população. Além disso, há atualmente uma ênfase nos discursos que visam garantir a igualdade e o direito de acesso às mulheres aos altos cargos e funções. Nada melhor do que um símbolo "A" no final do termo para marcar ideologicamente a valorização feminina.

Enfim, a questão da presidenta será uma mera questão linguística ou uma estratégia político-ideológica ? Se bem que se tratando da Língua Portuguesa, nada é mero, pois os termos não são isentos de história e de conteúdo social.

Precisamos de mais vereadores ?

Muito se tem discutido, em diversas cidades, a polêmica questão do aumento do número de vereadores.

As discussões se devem ao fato de que a Emenda Constitucional 58/2009 estabelece uma elevação no número máximo de vereadores segundo a população de cada município. No caso de Irati, o número atual de vereadores é de 10, e pode ser ampliado, conforme estabelece o primeiro artigo da referida Lei, em até 15 edis.

A mesma Lei, em seu artigo 2º, evidencia que os recursos financeiros disponibilizados à casa legislativa não estão vinculados ao número de vereadores existentes, mas à população. Na verdade, um percentual de 7% sobre a receita para cidades com até 100 mil habitantes, o que é caso de Irati.

Vale destacar, entretanto, que o orçamento de 7% disponibilizado às câmaras, quando não utilizado totalmente, pode ser devolvida ao erário. Exemplo dado recentemente pela Assembleia Legislativa do Estado do Paraná e extremamente válido, considerando que é uma verba considerável , tendo em vista que, segundo o Portal da Transparência, o orçamento do município prevê R$ 73.299.027,93 de receitas correntes para 2011.

Com relação a aceitação pública, pode-se afirmar que da mesma forma que na maioria das cidades do Paraná , a população tem se mostrado contrária, indicando que todos os argumentos favoráveis a ampliação não satisfazem ou convencem a população, indignada com tantos casos de corrupção, de descaso, de interesses particulares se sobressaindo aos sociais, enfim, indignada com a classe político-partidária.
Em Irati, a população tem ficado alerta quanto ao tema. Muitas pessoas tem frequentado as reuniões na câmara, de certa forma incomodando alguns vereadores que chegaram ao ponto de criticar a participação do povo em outras temáticas, segundo eles, mais relevantes. Além disso, a sociedade está manifestando através de abaixo-assinados.

ovoodocorvo.blogspot.com
Os favoráveis ao aumento argumentam que o número de 10 vereadores (par) favorece o empate nas votações. A realidade, porém, tem mostrado que a maioria dos projetos está sendo aprovada por unanimidade, havendo mínimas discussões. Se esta for a questão mor, surge como alternativa reduzir o número para 09 vereadores, resolvendo a questão de possíveis empates nas votações.

Outro argumento apresentado é que o maior número geraria maior representatividade para a sociedade. Entretanto, sabemos que via de regra os detentores do poder econômico têm maiores vantagens de serem eleitos. O fato de ter mais ou menos vagas, simplesmente refletirá no fato de que mais ou menos pessoas dos mesmos grupos estejam no palco político. Dificilmente algum político não pertencente "aos grandes grupos" terá sua probabilidade de ser eleito elevada em razão do incremento de vagas. É um lógica que desafia a matemática mas se enquadra nas relações de poder.

Por outro lado, dada a crescente consciência política do povo e a noção de seus direitos, se determinado candidato for valorizado pela opinião pública, será eleito, terá a maioria dos votos, independente da quantidade de vagas. É matematicamente irrelevante dizer que a colocação de 3 cadeiras adicionais irá refletir na representatividade de tantos grupos heterogêneos que compõem a sociedade.

Mas é claro: é interessantes para os partidos terem mais vereadores eleitos. Assim conseguem as polêmicas emendas orçamentárias com os deputados, exercem mais pressão política, em decorrência de sua capacidade de atrair votos para este ou aquele deputado, senador, etc. e fortalecem sua representatividade. Aqui sim concordo: REPRESENTATIVIDADE PARTIDÁRIA E NÃO REPRESENTATIVIDADE QUANTO AOS DIVERSOS SEGMENTOS DA SOCIEDADE CIVIL.

Outros defendem que o fato de Irati ser uma cidade média necessita de mais cadeiras para o legislativo. Obviamente, ela se destaca na região, em comparação com municípios de menor número de habitantes : Teixeira Soares (Em torno de 10 mil hab), Fernandes Pinheiro (menos de 6 mil hab.), Rebouças (15 mil), Rio Azul (14 mil hab). Mas isso não permite comparar Irati com cidade de como Guarapuava (170 mil habitantes), Ponta Grossa (312 mil habitantes) e outras de porte médio, cujo número de vereadores em relação à população é muito menor do que o de Irati. Curitiba, por exemplo, tem um vereador para cada 48 mil habitantes. Irati, com os 10 atuais, tem 1 para cada 5 mil !

Além disso, deveria se pensar "per capitamente" em termos de médicos por habitantes, policiais por habitantes, professores por alunos e não de vereadores. Esse é mais um exemplo de como o Brasil se mostra contraditório. De um lado, fecham-se turmas, sem pensar na tão propagandeada pelo governo, qualidade do ensino, apenas com o intuito de reduzir custos. De outro, eleva-se o número de vereadores !

Ainda sobre a elevação das despesas com salário dos vereadores, embora não proceda, tendo em vista a vinculação da receita ao número de habitantes, os interessados na ampliação das vagas lançam argumentos tratando do tema, mais confundindo do que explicando o fato.

É preciso destacar que quanto ao salário dos vereadores é a própria câmara que define (com tetos estipulados constitucionalmente - inclusive há discussões para os deputados terem um "pequeno" aumento em 2012, o que gera efeito cascata) para a próxima legislatura. Mesmo assim, cogita-se a possibilidade de se reduzirem os salários para não onerar a casa. Há, porém, de se questionar se em um tão "importante" assunto quanto esse é antecipadamente consenso entre os parlamentares para ser utilizado como argumento favorável à elevação das vagas ? É possível um vereador falar por todos os outros sobre tal assunto ? É prematuro utilizar argumentos que precisam ser votados ainda para justificar interesses que cujos únicos defensores são os próprios parlamentares

Está na hora dos legisladores municipais entenderem que eles representam o povo e não seus próprios interesses. E se o povo não quer o aumento, o mínimo é respeitar isso. Os vereadores deveriam se preocupar em elaborar projetos de qualidade, além de distribuir títulos de cidadão honorário, participar de inaugurações, entre outras ações que visam promover a imagem pessoal.

Com tantos problemas, os nobres despenderem tantos esforços neste assunto demonstra que os interesses sociais nunca estão em primeiro plano. E se tal assunto vem gerando tanta polêmica, chamando a atenção da sociedade a ponto dos políticos se sentirem afetados, é porque a situação merece um olhar atento.
Quanto à sociedade, está na hora do povo ser mais criterioso sobre quem coloca no poder, embora, caráter não esteja estampado na testa de ninguém !

Táticas do Governo: Impostos e manobras fiscais


Segundo o site O Globo, o montante de impostos pagos pelos brasileiros em 2010 até a presenta data (26/10/2010) superou R$ 1 trilhão, conforme registro do Impostômetro, o medidor de tributos federais, estaduais e municipais. Em 2009, essa marca só foi atingida no dia 14 de dezembro, ou seja, quase dois meses depois.

A previsão da Associação Comercial de São Paulo é de que a arrecadação ultrapasse R$ 1,2 trilhão em 2010, em torno de R$ 112 bilhões a mais do que em 2009, quando o montante de tributos atingiu o valor recorde de R$ 1,088 trilhão.

Dados do impostômetro para o Paraná, nesta data, indicam a soma de mais de R$ 13 bilhões e 131 milhões em impostos arrecadados. O Município de Irati integra a esse montante a importância de mais de R$ 153 milhões, enquanto que Rebouças, Ponta Grossa e Guarapuava, excedem, respectivamente, o montante de R$ 46 milhões, 584 milhões e 356 milhões em tributos.

Por outro lado, apesar da grande oneração tributária, o Governo necessitou de fazer uma manobra contábil na capitalização da Petrobrás para garantir o alcance da meta fiscal.

Segundo o blog de Reinaldo Azevedo, da Veja, Nos últimos 12 meses, o setor público acumula um superávit primário de 2,03% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto a meta é de 3,3% - podendo cair para 2,35% do PIB se todos os abatimentos permitidos pela lei, mas questionados pelo mercado, forem usados.

O processo de capitalização da Petrobrás vai permitir ao governo alavancar seu superávit primário e dará uma ajuda decisiva para o cumprimento da meta fiscal neste ano.

De acordo com o site O Reporter, Uma manobra fiscal da União na capitalização da Petrobras rendeu R$ 31,9 bilhões e levou o governo a registrar superávit primário recorde em setembro, de R$ 26,1 bilhões. Sem o reforço da estatal, o déficit seria o pior do ano: R$ 5,8 bilhões. A União usou só parte do pagamento da Petrobras, de R$ 74,8 bilhões no total, para participar da capitalização da empresa. A diferença entre o que recebeu e aportou na estatal engordou as receitas e produziu o superávit.


Pequenas medidas para tornar um ambiente escolar mais seguro

ALGUMAS MEDIDAS PARA TORNAR UM AMBIENTE ESCOLAR MAIS SEGURO


Elis Daiane Ribeiro
Emerson Adriano Gomes
Haroldo José Andrade Mathias



     Durante uma atividade proposta pela disciplina de Estágio Supervisionado no Ensino Fundamental II, tivemos a oportunidade de realizar observações no Colégio João de Mattos Pessoa, em Irati. Parte destas observações podem ser aplicadas em outras escolas, pois se tratam de orientações gerais visando contribuir com a segurança do ambiente.

       Para isso, realizamos um trabalho com a seguinte temática: “Pequenas medidas para tornar um ambiente escolar mais seguro", onde foi explanado aos alunos o tema “rotas de fugas”, apresentando-os às simbologias comumente utilizadas no quesito segurança, além de demonstrar na prática como se comportar em um eventual acidente de qualquer natureza, indicando aos alunos como proceder em situações de emergência.

    Indicou-se também quais os procedimentos adotados pelas equipes de socorro, apresentando as razões técnicas que justificam o porquê de cada procedimento ser realizado de determinada maneira.

      Além da preocupação com o quesito "segurança da estrutura física", a qual demanda investimentos e às vezes reformas, o que se torna mais complicado e oneroso, é importante e também que as instituições orientem melhor os seus alunos e demais usuários nesta questão e também sobre como estes devem agir em caso de acidente de qualquer natureza.

     Como as simbologias seguem um padrão e como as dificuldades e dicas podem ser utilizados em qualquer situação e em qualquer local, este breve resumo visa apresentar os principais pontos que podem ser úteis para as demais escolas bem como para as situações que poderemos encontrar no dia a dia, não esgotando o tema, mas despertando o interesse dos leitores para buscarem maiores informações.

     Desta forma, contribui-se para minimizar os riscos e fazer da escola um ambiente mais seguro para todos, para que alunos; professores e funcionários possam estar focados apenas no objetivo da instituição: O APRENDIZADO.

IMPORTÂNCIA DA PREVENÇÃO

      Melhorar  a segurança do pessoal que circula na escola;
      Dimensionar os acessos as saídas de emergência;
      Dar um primeiro combate a um possível princípio de incêndio

A IDEIA DO PROJETO NA ESCOLA

   Apesar de muitas instituições não disporem de projeto de prevenção contra incêndio e pânico formalizado, pequenas medidas podem fazer da Escola uma ambiente mais seguro para todos. Por exemplo:
    Agir com calma e saber o que fazer, tornará a sua saída da escola mais segura, numa eventual situação de risco.


ROTA DE FUGA



Rota de fuga é um mapa que representa, através de símbolos apropriados, o trajeto a ser seguido pelo aluno no caso de necessidade urgente de evacuação do local (escola) em função de incêndio, desabamentos ou outros casos. A falta de indicadores de rotas de evacuação poderá ocasionar situações de pânico em emergências, onde o fator tranqüilidade é preponderante para a prevenção de acidentes graves.

ALGUNS DOS SÍMBOLOS UTILIZADOS

Abertura econômica e o choque de concorrência no governo Collor e as oportunidades do Governo Lula

Acredito que muitas vezes, falta às pessoas, a realização de uma análise de causa e efeito. Embora isso seja incompleto e muitas coisas sejam imprevisíveis e aleatórias, é um começo para se compreender a evolução histórica das coisas e perceber que, quando se trata de questões políticas, econômicas e sociais, nada acontece do dia para a noite, e tampouco sem um contexto macroambiental favorável. As coisas demandam medidas de longo prazo.

O Brasil, ou melhor, o Lula e seus companheiros devem muito ao governo de Collor e principalmente de FHC para poderem se vangloriar hoje.

Primeiramente, foi no governo de Collor que houve o choque de concorrência e a abertura econômica do Brasil.

As empresas ineficientes se viram obrigadas a melhorar seus processos. Os custos se reduziram em virtude da concorrência externa e o consumidor começou a ter o status que tem hoje.

Muitos criticam essa abertura, argumentando que foi súbita. Entretanto, se ela fosse gradual, esse “choque” talvez não tivesse proporcionado os mesmos efeitos que gerou. Obviamente, custou a solvência de muitas empresas, mas a lei de mercado é esta: só os mais eficientes sobrevivem.

E nesse aspecto, não adianta criticar o capitalismo, pois acredito que ninguém deixa de adquirir um produto de melhor qualidade ao menor preço possível. E essa condição só é possível quando há concorrência. Alguém lembra os modelos de carro anteriores aos anos de 1985 ?

www.flatout.com.br
Outra questão é a inflação, que sempre foi um dos problemas gritantes no Brasil. Taxas de 2 mil % ao ano assolavam o povo. Medidas de congelamento de preços, gatilhos salariais, indexação da economia, empréstimos compulsórios, políticas restritivas, nunca surtiram efeito. O povo se acostumou a fazer estoque até de comida !

Para vencer a memória inflacionária e evitar que mais uma chuva de frustrados planos ou pacotes econômicos fossem tentados (Cruzado, Bresser, Verão, Collor 1 e 2, só nos anos 80 e 90), só mesmo o Plano Real, que inclusive o PT de Lula era contrário.

economia.estadao.com.br

Destaca-se que contradição deveria ser o lema do PT. O Lula antes da presidência criticava muitas das medidas que ele posteriormente aglutinou, mudou o nome e defendeu como sua bandeira. Inclusive o plano Real ! Até mesmo a distribuição de favores (e não de renda, como ele pregava), como a Bolsa Família, já foi questionada por ele. Clique aqui e assista um video de 1 minuto do Luís Inácio criticando o programa social, que hoje é vangloriado por ser reconhecimento internacionalmente.

Mas voltando ao campo concreto da economia, é claro que o governo FHC teve que navalhar a própria carne. A valorização do Real dificultou a exportação e houve uma queda na balança comercial. O Estado precisou ser enxuto, inclusive com privatizações, visando a eficiência e a eliminação dos cabides de emprego. Por outro lado, facilitou a importação de bens.

Lembrando que isso aconteceu porque houve uma elevação da oferta da moeda estrangeira. E isso só ocorre quando o país fica atrativo para investimentos estrangeiros. E para isso, contribui não só as condições gerais do país que melhorara, refletindo no risco Brasil, como principalmente pela elevação dos juros.

Juros, que por sinal, permanecem exorbitantes no Governo de 8 anos do Lula, apesar de que agora a inflação está na casa dos 5%, muito distante dos 2.000% da época anterior ao plano Real.

http://drunkeynesian.blogspot.com.br/2012/05/um-historico-longo-de-juros-no-brasil.html

Mesmo assim, hoje, o Lula (talvez com continuidade pela Dilma), marqueteiramente eleva a dívida interna e coloca os gastos públicos em patamares nunca antes vistos, inclusive com propagandas governamentais e com políticas sociais assistencialistas e não emancipatórias, as quais seguram o povo na dependência do Estado.

É interessante também que o governo petista se gaba de pagar uma conta junto ao FMI cujos juros são muito menores do que daquelas que ele deixou de pagar, como a dívida interna, que reitero, só se elevou. É o mesmo que você fazer um empréstimo bancário para aplicar o dinheiro na poupança !

Como nenhum país é uma ilha (desconsiderem qualquer comparação com Cuba !), as condições macroeconômicas influenciam de forma contundente. No início do século XXI, apesar das crises internacionais, o contexto econômico que foi desfavorável para o FHC foi favorável para o Lula. Só para fins de comparação e para justificar que crise para alguns é oportunidade para outros, e que o Lula não fez tantos milagres assim, cita-se o exemplo da Índia e da China, que vem tendo um crescimento fantástico, apesar das crises (Russa, Asiática, Estadunidense, etc), infelizmente, com graves desigualdades sociais, as quais as bolsas, definitivamente, não são a saída.

Alguns defendem que a saída está em políticas de longo prazo, com a educação, por exemplo. Mas eu pergunto: qual governo vai investir em políticas de longo prazo em um país que esquece seu passado, onde políticas de doações assistencialistas são mais eficientes para capturar votos ?

Afinal, obter votos é o objetivo dos políticos. A Dilma, por exemplo. Primeiramente favorável ao aborto, agora, para obter votos dos conservadores, alterou seu discurso.

Mas mudar de opinião (sem ser incoerente) é um direito, uma atitude de crescimento pessoal. Isso é o de menos para um partido que acumulou escândalos de corrupção. Talvez o governo petista bata alguns recordes nacionais e internacionais no que tange às denúncias de corrupção. Enfim, um partido contraditório, mas ardiloso na manipulação da opinião pública.