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Entendendo a Taxa básica de juros (SELIC)


Em abril de 2014, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reunirá para definir a nova taxa básica de juros (Selic). Grosso modo, juro é o valor do dinheiro ao longo de um período. É um índice econômico-financeiro para registrar a rentabilidade de uma poupança ou o custo de um crédito.

Segundo o Banco Central, o SELIC , que significa Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, é o depositário central dos títulos que compõem a dívida pública federal interna (DPMFi) de emissão do Tesouro Nacional e, nessa condição, processa a emissão, o resgate, o pagamento dos juros e a custódia desses títulos. É também um sistema eletrônico que processa o registro e a liquidação financeira das operações realizadas com esses títulos pelo seu valor bruto e em tempo real, garantindo segurança, agilidade e transparência aos negócios.

A Taxa Selic, também conhecida como taxa básica de juros, representa  a menor taxa de juros da economia brasileira e serve de referencial para diversas outras operações econômicas, como financiamentos, empréstimos, rendimentos de aplicações financeiras, dos títulos da dívida, etc.  Ela é usada diretamente nas operações de crédito interbancárias e também nas aplicações feitas por estas instituições bancárias em títulos públicos federais.

Existem outras taxas também utilizadas como referencial econômica, como a TR (taxa referencial, usualmente utilizada nas cadernetas de poupança), TJLP (taxa de juros de longo prazo, utilizada nos financiamento do BNDES), etc.
Lembrando também que

Veiculação de informações sobre educação no trânsito em emissoras de rádio e TV


Os condutores tiram sua habilitação e, aos poucos, vão se esquecendo de algumas regras básicas, principalmente as referentes à cortesia e à educação no trânsito, aquelas cuja infração não tem uma sanção que pese no bolso de forma tão drástica em relação a outras formas de imprudência, mas que da mesma forma, comprometem a segurança de todos os usuários das vias. 

Seria interessante que as emissoras de rádio e de TV fossem estimuladas ou obrigadas a veicular, algumas vezes por dia, dicas de como se comportar no trânsito, tanto para motoristas, quanto para ciclistas e pedestres. 

Informar regras, infrações, citar a legislação, enfim, seria uma forma de conscientizar informando, pois assim, diariamente, todos seriam lembrados ou aprenderiam as regras para um trânsito mais seguro.

Além disso, tal divulgação atingiria um público alvo extremamente importante: o pedestre e os ciclistas. Além de serem os elementos mais frágeis no trânsito, muitas vezes por falta de consciência ou mesmo de orientação desrespeitam as leis, colocando a si e a terceiros em risco. Além de que, a divulgação alcançaria ainda a parcela daqueles usuários que desconhecem as formas adequadas de se comportar e para os quais a informação seria importante na conscientização.

Creio que a conscientização, e a paralela fiscalização e imposição de penas mais inibidoras, são medidas relevantes para a conscientização no trânsito e para a redução dos inúmeros acidentes, dos quais embora alguns não sejam fatais, de uma forma ou de outra, geram custos ao sistema de saúde, aos órgãos públicos e impõem custos aos envolvidos, além de dolorosos processos de recuperação, nem sempre satisfatórios.