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Preservação ambiental, Lazer e Reestruturação Espacial: as possibilidades do Mourão, em Rebouças PR

PRESERVAÇÃO AMBIENTAL, LAZER E REESTRUTURAÇÃO ESPACIAL: AS POSSIBILIDADES DO MORRO MOURÃO, EM REBOUÇAS - PARANÁ













A ideia aqui contida neste esboço se baseia no apelo social, nas políticas governamentais e de diversos organismos preocupados com a preservação do meio ambiente, pautados em estudos que comprovam a necessidade da preservação ambiental para a subsistência de diversas espécies e para a manutenção da qualidade de vida das pessoas em geral.

Soma-se a isso, o fato de que locais que estimulem a preservação ambiental, além de poderem ser atrativos e fontes de lazer e aprendizado, estimulam, nas gerações mais novas, a necessidade de preservação e de uso racional dos recursos naturais, fonte de tudo que necessitamos e utilizamos. Além disso, a questão está intimamente relacionada com a dinâmica do espaço urbano. 

A preservação de determinadas áreas impede

PIB Brasileiro e PIB Mundial: cada um enxerga o que quer ver

É impressionado como quando se trata de questões políticas,  a ideologia , a subjetividade e parcialidade ficam evidenciadas.

O site Brasil 247.com, por exemplo, traz uma matéria defendendo a capacidade técnica do Ministro da Fazenda Guido Mantega.

Trata-se de uma defesa contra as críticas tecidas no jornal britânico Financial Times e pelo ministro das Finanças da Inglaterra, George Osborne, que criticavam a atuação de Mantega e a insistência do governo brasileiro em mantê-lo no cargo.
 Como argumento, a defesa se baseia no fato de que o crescimento do PIB brasileiro foi maior do que o apresentado pela Inglaterra e pelos EUA.

Foram utilizado dados do IBGE que apontam que o Brasil registrou um crescimento econômico de 2,3% em 2013. Sendo o crescimento do PIB  o terceiro maior do mundo, considerando apenas os 13 países que já apresentaram seus resultados. À frente da economia brasileira, estão apenas China e Coreia do Sul, que tiveram crescimento de 7,7% e 2,8%, respectivamente.

Primeiramente, é preciso destacar que se a média

Figuras de Linguagem e Vícios de Linguagem

Considerando que a temática “Figuras de Linguagem e Vícios de Linguagem” é recorrente nas provas do ENEM, optou-se mais uma vez em expor o conteúdo sob a forma de mapas mentais, pois se trata de uma maneira rápida para fazer revisões e consultas, além de outras vantagens em termos de assimilação, como explicadas na postagem “Mapa Mental dos Setores da Economia”, a primeira apresentada sob esta forma de exposição.

Obviamente, os mapas mentais são resumos que têm como objetivo auxiliar na assimilação do conteúdo, explicitando os principais tópicos do assunto,portanto, não excluem a necessidade do aluno ler a matéria em sua totalidade, conhecer exemplos de aplicações e resolver exercícios.

Construção Social da Contabilidade – das bases Histórico-Geográficas à Teoria Geral de Sistemas

RESUMO

Essa abordagem teórica não objetiva apontar os aspectos epistemológicos da Contabilidade, mas a dinâmica de adequação desta ciência na satisfação das necessidades de seus usuários no específico contexto socioeconômico e cultural de cada época e lugar, tratando-a como um processo histórico e geograficamente construído. Posteriormente, aborda-se o conceito e as características da informação gerencial, em  uma perspectiva baseada na Teoria Geral de Sistemas, condizente com a rapidez, volatilidade e integração do atual contexto empresarial.

Palavras-chave: Contabilidade, origens, informação, adaptação, necessidades.

O texto completo foi publicado na Revista P@rtes e pode ser acessado clicando aqui.


BASES HISTÓRICAS DA CONTABILIDADE

viviadm.blogspot.com
Como uma das formas de delinear a evolução histórica da Contabilidade, Beuren (2003) citando vários autores, tais como Melis, Van Breda e Hendriksen, define a cronologia da Contabilidade em quatro fases: Contabilidade no mundo antigo, Contabilidade no mundo medieval, Contabilidade no mundo moderno e Contabilidade no mundo contemporâneo.

A Contabilidade no mundo antigo abrange desde os primórdios da história até por volta do ano de 1200 d.C. Conforme observa Iudícibus e Marion (1999, apud Beuren 2003, p.23) “a Contabilidade surgiu para atender a necessidade de avaliar a riqueza do homem [...] em uma época que ainda não existiam números, escrita ou moeda.”

O início da história da Contabilidade tem um passado remoto, que se iniciou com a própria história da civilização. De acordo com Sá (1961, p. 21), a história da Contabilidade está “presa às primeiras manifestações humanas da necessidade social de proteção à posse e de perpetuação e de interpretação dos fatos ocorridos”.

www.historiamais.com
Porém, foi na Suméria que a Contabilidade teve um significativo desenvolvimento de seus métodos, sendo por isso, segundo Sá (1961), considerada o berço da escrituração contábil. 

Figueiredo (2004) cita que o desenvolvimento do papiro e do cálamo no Egito antigo facilitou o registro de informações sobre negócios. E foi por meio da utilização de registros, que o homem teve condições de conhecer e antever as suas reais necessidades de consumo e de produção. Ou seja, a capacidade do homem de planejara suas atividades, antevendo e se preparando para situações, carrega em si as causas e as conseqüências do seu próprio desenvolvimento enquanto ser humano e conseqüentemente, afetando as

A Importância Econômica e Social das Micro e Pequenas Empresas

        Evidenciando a importância das micro e pequenas empresas, Longenecker, Moore e Petty (1997, p.34) afirmam que “sua contribuição econômica geral é similar àquela das grandes empresas. As pequenas empresas, entretanto, possuem qualidades que as tornam mais do que versões em miniatura das grandes corporações.”

        Uma das grandes contribuições das micro e pequenas empresas na visão de Longenecker, Moore e Petty (1997) é a potencialidade de gerar de empregos, enquanto que as grandes organizações tendem a utilizar técnicas para reduzir o quadro de pessoal, como o downsizing, por exemplo. Além disso, muitas pessoas vêem o empreendedorismo como uma saída para o desemprego.

      Conforme menciona o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (2003, p.17) uma importante contribuição das micro e pequenas empresas no crescimento e desenvolvimento do País é a de servirem de “colchão” amortecedor do desemprego. Constituem uma alternativa de ocupação para uma pequena parcela da população que tem condição de desenvolver seu próprio negócio, e em uma alternativa de emprego formal ou informal, para uma grande parcela da força de trabalho excedente, em geral com pouca qualificação, que não encontra emprego nas empresas de maior porte.

        Apesar desses autores discorrerem sobre as pequenas empresas existentes na economia dos Estados Unidos, classificando-as através de critérios tais como: número de funcionários menor que cem, financiamento do negócio por grupos menores do que vinte proprietários, podemos ter uma noção da importância de tal tipo de empreendimento.

       Tratando exclusivamente das microempresas no Brasil, ou seja, aquelas que conforme a classificação do SEBRAE empregam até nove funcionários, um estudo revela que:

Usuários da Informação Contábil

          Embora seja um erro comum atribuir à Contabilidade a missão de atender com primazia o fisco, ela tem diversos outros usuários para os quais suas informações são úteis e indispensáveis, inclusive a administração.

          Os usuários da Contabilidade podem ser considerados todos aqueles que têm interesse em conhecer a situação em que a empresa se encontra e para que rumo ela está se orientando, principalmente com relação aos aspectos econômicos e financeiros.

           Atualmente, o número de usuários da informação contábil, ou seja, daqueles que tem interesse nas condições das empresas é relativamente maior, inclusive decorrente de mudanças sociais. Hoje há valorização das empresas ecologicamente corretas e pressões contra aquelas que exploram de maneira inadequada os recursos naturais ou provocam qualquer tipo de dano ambiental, tanto que muitas empresas auxiliam Organizações Não-Governamentais - ONG’s, desenvolvem projetos sociais, etc.

           Porém, além das atitudes politicamente corretas exercidas pelas empresas, a sociedade se interessa em constatar se as empresas cumprem as exigências legais, com relação a funcionários, com relação à qualidade dos produtos ou serviços, etc. Isso é comprovado pelo destaque atualmente dado a demonstrações como o balanço social.

           Entretanto, além da parcela da sociedade que se interessa pelas questões empresariais, Marion (2004) cita uma série de outros interessados, os quais são: os investidores que aplicam dinheiro na entidade, correndo risco e esperando o retorno justo; os fornecedores, que utilizam as informações contábeis para verificar a capacidade da empresa em honrar com suas dívidas, para planejar o volume de vendas, para decidir entre atender um ou outro contrato de venda, etc.; os bancos, que verificam fatores como a liquidez e o risco de insolvência para conceder crédito; o governo, para aplicar a tributação cabível, além de empregados, sindicatos, concorrentes, etc.

           No caso das microempresas, a informação contábil, em muitos casos, atende

Fixos e Fluxos: Olhando Irati PR pelo prisma das vias de circulação

Para quem chega a Irati, seja em busca de oportunidades profissionais ou em decorrência da oferta de ensino superior, é de imediato surpreendido pelo alto valor das terras e consequentemente dos aluguéis em relação às cidades vizinhas.

Apenas a população acadêmica que passa a residir efetivamente na cidade não é suficientemente grande para que a demanda imobiliária suplante a oferta, tendo em vista o fato de que há uma visível expansão do número de pessoas investindo na locação imobiliária e que os acadêmicos, em grande parte, se associam em repúblicas ou residem em quitinetes. Outra alternativa menos onerosa é a locação de casas nos bairros, o que, por outro lado, contribui para a necessidade de meios de transporte para facilitar a locomoção.

Parcialidade da mídia ou mero ponto de vista ?

Por mera dedução, já podemos supor que a imparcialidade e objetividade,  seja jornalística ou até mesmo de conteúdos científicos, é um mito. É uma utopia positivista. Afinal, até mesmo nas ciências, é o pesquisador que escolher o objeto de pesquisa, a perspectiva a ser analisada e o referencial teórico que sustenta sua tese. O que dizer então dos meios de comunicação ?

No mínimo, os meios de comunicação deveriam buscar a razoabilidade. Apresentar o contraponto, esclarecer os motivos de seu posicionamento. Mostrar notícias e não simplesmente promover propagandas. Claro, cabe também ao leitor desenvolver seu senso crítico, compreender o contexto dos fatos. E isso exige além de uma

Ideologia da Natureza

O termo natureza, sob a ótica do senso comum, aparenta ser um conceito de simples entendimento. Entretanto, a forma de compreender a natureza carrega ideologias e interesses. É esta abordagem que Neil Smith desenvolve em seu livro Desenvolvimento Desigual (1988), no capítulo Ideologia da Natureza, expressando como um conceito, por ser um produto social, pode servir e justificar interesses de determinadas classes.

Assim, discutir a relação sociedade-natureza se torna uma atividade complexa, justamente porque é necessário, antes de destacar as relações existentes, definir, mesmo que de forma superficial e restrita, os conceitos que se propõem relacionar. E esses termos carregam uma carga ideológica e com diversidades históricas, isto porque, a compreensão destes termos se dá em uma estrutura socialmente organizada, com interesses, contradições e ideologias que se alteram em contraposições espaço-temporais.

Dessa forma, como apresenta Smith, a concepção de natureza apresenta uma complexidade significativa, principalmente pelo seu dualismo dialético, ou seja, uma natureza universal e outra externa, de forma inter-relacionada e contraditória.

 A natureza exterior é a primitiva, existente fora e antes da sociedade. A natureza é universal quando se considera o comportamento humano e o próprio ser humano como parte integrante da natureza ou dos aspectos ditos externos.

Outra distinção é apresentada é a proposta por Kant, que revela uma natureza interior e outra exterior. A natureza interior compreende as motivações e paixões humanas, enquanto a exterior é o ambiente físico. O interessante, é que estas distinções sustentam ideologias, como a burguesa, por exemplo.

Francis Bacon, conforme ilustra Smith, apresentou uma concepção externa de natureza, justificando seu domínio pelo homem como forma de restabelecer ou manter o equilíbrio. Esta visão justificou a aplicação de técnicas para transformar a natureza segundo os interesses de grupos sociais. Obviamente, este domínio está sujeito aos limites do poder de apropriação e transformação que a sociedade tinha ao seu dispor.

Parque Ambiental da Pedreira, em Rio Azul

https://www.flickr.com/photos/claudetedorocinski/6861165190/
Uma boa estrutura, uma bela paisagem e uma excelente opção de lazer e de descanso podem ser encontradas no Parque da Pedreira, em Rio Azul, com a vantagem da facilidade de acesso para os moradores da região. Além disso, se constitui em uma área de preservação ambiental, com valor ecológico, histórico e estético. Seria também um local mais agradável para as famílias desfrutarem do descanso e do lazer se não fosse algumas questões pontuais, que aviltam todo o investimento feito na estrutura física do parque.

Sabemos que a poluição sonora, além de seus efeitos contra o meio-ambiente (especialmente sobre a fauna do parque e adjacências) também causa incômodo a muitos frequentadores (ou frequentadores em potencial), especialmente àqueles que buscam o sossego, já que idosos e famílias também tem direito a usufruir do lugar com o mínimo de tranquilidade, segurança e conforto, dentro dos princípios de uma vida em sociedade harmoniosa e de respeito aos direitos alheios. 
Além disso, além do bom senso, o artigo 42 do Decreto Lei nº 3.688, estabelece algumas restrições.
Com relação aos cuidados com a questão ambiental e com relação à organização, vale citar que o Parque Ambiental “Salto da Pedreira” foi instituído no dia 03 de maio de 1999, através de legislação municipal, na qual destacam-se:

Art. 2°-Toda a área do Parque fica declarada de proteção ambiental, cabendo ao Chefe do Executivo Municipal tomar todas as providências visando a proteção da fauna e flora existentes, a manutenção e organização (RIO AZUL, 1999).

Após a instituição da referida lei, o parque passa a ser destinado a visitações. Nesse sentido, é interessante o que expressa o artigo. 3º da lei:

http://radionajua.com.br/
“Fica a área do Parque destinada à visitação geral de turistas, banhistas, educadores, esportistas, ambientalistas e toda e qualquer pessoa que se comprometa em zelar e preservar o meio ambiente” (RIO AZUL, 1999).

Obviamente, a vida em sociedade nos obriga algumas concessões. Nesse caso, poderia ter um espaço reservado para os carros com som e outro para aqueles que querem usufruir do parque de maneira de mais tranquila e porque não, segura, simplesmente descansando, praticando um esporte, fazendo um churrasco, enfim, aproveitando os diversos outros atrativos do parque além do estacionamento para "disputa" de som automotivo. (Sugestão veiculada nesse blog no início de 2014 e aparentemente realizada em 2015 no Parque da Pedreira).

Mas este é um problema secundário de fácil solução, ou no mínimo, perfeitamente tolerável.

Uma situação que acredito requerer maior atenção dos gestores do parque é o

Motivação no trabalho: uma abordagem com ênfase no aspecto financeiro

RESUMO

Comparativo dos Determinantes Motivacionais: uma abordagem com ênfase no aspecto financeiro

Acesso o texto na íntegra em na Revista Partes ISSN 1678-8419

A administração deve buscar o que motiva o indivíduo para favorecer o alcance de seus objetivos. Várias teorias tentam explicar o comportamento humano dentro das organizações. Porém, não há uma fórmula que possa ser aplicada em toda situação. Tanto as limitações teóricas quanto a individualidade humana tornam impossível determinar o comportamento das pessoas, que varia de acordo com a cultura, com as organizações e entre os indivíduos. Isso exige o conhecimento das necessidades e aspirações dos funcionários e o constante acompanhamento e revisão, pois nenhum fator motivacional terá eficácia permanente. 

 1 INTRODUÇÃO

É indiscutível a importância de estudar o fator humano e suas relações com o ambiente de trabalho, pois é por intermédio deste recurso que todas as organizações, independente do porte, continuam a existir, influenciando e recebendo as influências das interações decorrentes. Atualmente integra-se ao discurso de contenção de despesas, de corte de custos e maximização de resultado, a importância que as empresas estão dando aos recursos humanos, ora denominado capital intelectual.

 Tudo isso porque pessoas motivadas e capacitadas ter maior produtividade, maior eficiência e principalmente porque geram resultados de maior qualidade, ou seja, teoricamente a equalização dos interesses e forças opostas (empresa x empregados) gera uma relação vantajosa a todos. 

 Entretanto, para se chegar a esse estágio satisfatório de sinergia e evitar conflitos é preciso conhecer um complexo conjunto de forças e variáveis em constante interação, as quais dão motivos para que as pessoas ajam em prol dos objetivos da empresa, ao mesmo tempo em que perseguem e alcançam os seus objetivos pessoais. 

Isto ressalta a importância de conhecer quais fatores são relevantes na motivação dos funcionários. “A motivação procura explicar o porquê do comportamento das pessoas. Dessa forma, a sua influência na produtividade passou a interessar e ser estudada”. (FARIA,1999, p.54) Afirma-se popularmente que o fator que gera maior motivação ou satisfação ao funcionário é o salário. Mas além do salário, existem n variáveis que influenciam no desempenho, no modo de agir e de pensar do funcionário, como o ambiente de trabalho, relacionamento com colegas e chefes, reconhecimento, possibilidade de crescimento e aprendizado, grau de responsabilidade, entre tantos outros fatores de ordem subjetiva que integram a individualidade de cada funcionário. Nas palavras de Kwasnicka (1995, p. 43) “as pessoas dedicam grande parte de suas vidas às empresas onde trabalham. Constroem estilo de vida, seu sistema de valor e seu interesse central de vida em torno de seu trabalho. Isso é suficiente para que a preocupação não seja só com o dinheiro” Palavras-chave: motivação, salário, comportamento, organizações.

Brasil: País do futebol !

Somo o país do futebol. É o que mídia nos apresenta. É o que se percebe pela dedicação e até fanatismo de alguns torcedores. Ser jogador é o sonho de muitos garotos, mesmo que seja apenas nos momentos de diversão nos campinhos. É um dos esportes mais populares. É um meio de integração social, de lazer, de atividade física. É o assunto das rodas de amigos, etc.

Enfim, o futebol pode ser abordado sob várias perspectivas: psicológica, sociológica, econômica, cultural, esportiva, histórica, etc. É um tema amplo, abrangente, enraizado na cultura do povo, o que torna qualquer abordagem isolada, que não considera esta ampla interdependência do esporte (esporte, negócio, lazer, fato sociológico, espetáculo, evento, ou seja lá sob qual perspectiva o seja analisado), como superficial e incompleta.

E esse leque de perspectivas e variáveis é que me fez questionar se o Brasil é

Novas fronteiras agrícolas e Agricultura Familiar


Fronteira agrícola é o avanço da unidade de produção capitalista sobre o meio ambiente, terras cultiváveis e/ou terras de agricultura familiar. A fronteira agrícola está ligada com a necessidade de maior produção de alimentos, criação de animais sob a demanda internacional de importação destes produtos. Além disso, seu crescimento acelerado também está ligado pela ausência de políticas públicas eficazes onde a terra acaba sendo comprada barata e o controle fiscal inoperante

O Brasil possui 850 milhões de hectares em seu território. Estima-se que 350 milhões são agricultáveis. Cana-de-açúcar, e Soja ocupam em torno de 22 milhões e 8 milhões de hectares respectivamente. Já para a criação de gado, no território brasileiro cerca de 211 milhões de hectares são utilizados para a pastagem extensiva. Apesar do grande espaço a produtividade para cabeças de boi é considerada baixa, uma vez que temos poucas cabeças de boi por hectare. Para aumentar a produção de cereais e carne, agricultores e pecuaristas estendem a fronteira de suas fazendas adquirindo mais terras, a chamada fronteira agrícola.

O sensoriamento remoto no estudo do desmatamento da floresta amazônica por instituições americanas como Environmental Research Letters mostra que a soja é vetor que contribui para este aumento do espaço ocupado a sua produção. A produção de soja no Brasil vem exibindo crescimento elevado, com maior destaque após o início década de 1990. Esse crescimento conduziu o Brasil ao grupo dos maiores produtores e exportadores de soja do mundo. A forte expansão da produção ocorreu fundamentalmente com base em aumento da área plantada, tanto nas regiões tradicionais como nas “fronteiras agrícolas” do Cerrado brasileiro.

Entre as novas áreas ocupadas destaca-se também a região do “MAPITO”  que reúne a primeira sílaba dos Estados que a compõem: Maranhão, Piauí, Tocantins, e quando se considera o Oeste da Bahia, conhecida como MAPITOBA, é a nova fronteira de desenvolvimento do país, a exemplo do que foi o Centro-Oeste nas últimas décadas
Projeções do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) indicam que essa região deverá produzir próximo de 20 milhões de toneladas de grãos em 2022. No ciclo 2011/12, o Mapitoba produziu 13,9 milhões de toneladas. Para se ter ideia do potencial da região, na temporada 2002/03 a safra era de 7,3 milhões. Ou seja, a colheita praticamente dobrou.

 As áreas ocupadas nesses Estados têm algumas características essenciais para a agricultura moderna. São planas e extensas, solos potencialmente produtivos, disponibilidade de água e clima propício com dias longos e com elevada intensidade de sol. Além disso, os preços das terras nessas áreas, apesar de estarem em franca elevação, ainda são relativamente mais baixos do que os de outras regiões agrícolas do país. A limitação maior, no entanto, são as