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Figuras de Linguagem e Vícios de Linguagem

Considerando que a temática “Figuras de Linguagem e Vícios de Linguagem” é recorrente nas provas do ENEM, optou-se mais uma vez em expor o conteúdo sob a forma de mapas mentais, pois se trata de uma maneira rápida para fazer revisões e consultas, além de outras vantagens em termos de assimilação, como explicadas na postagem “Mapa Mental dos Setores da Economia”, a primeira apresentada sob esta forma de exposição.

Obviamente, os mapas mentais são resumos que têm como objetivo auxiliar na assimilação do conteúdo, explicitando os principais tópicos do assunto,portanto, não excluem a necessidade do aluno ler a matéria em sua totalidade, conhecer exemplos de aplicações e resolver exercícios. 




Obs.: Em metonímia, o exemplo correto é inventor pelo invento.












































Identifique as figuras de linguagem marcando:

(1) Metáfora
(2) Metonímia
(3) Catacrese
(4) Comparação
(5) Prosopopéia

a. (  ) Gosto de ouvir Raul Seixas.
b. (  )A doçura do teu olhar é minha vida.
c. (  ) O rio engasgou num barraco.
d. (  ) Ele caiu quando quebrou a perna da cadeira.
e. (  ) Você é venenosa como uma cobra.

  
Na expressão: "Eles têm poder; nós, dinheiro", a figura de construção empregada é:

a) anástrofe
b) elipse
c) zeugma
d) anacoluto
e) hipérbole 

Todas as sentenças a seguir apresentam duplo sentido, exceto:

a) Maria pediu a Márcia para sair.
b) O advogado disse ao réu que suas palavras convenceriam o juiz.
c) A mala foi encontrada perto do banco.
d) A mãe pediu que o filho dirigisse o carro dela.


http://portuguesvestibular.blogspot.com.br/2012/11/figuras-de-linguagem-exercicios-para.html

http://exercicios.mundoeducacao.bol.uol.com.br/exercicios-gramatica/exercicios-sobre-vicios-linguagem.htm

Mapa mental dos setores da economia

Cada pessoa é diferente e disso não há dúvida. Em assuntos escolares, cada pessoa também tem suas disciplinas favoritas, seu professor favorito, e isso, geralmente, influencia no melhor ou pior aprendizado.

Mas por que isso ocorre ? Alguns alunos preferem aulas expositivas; outros preferem ver, aproveitando melhor exposições gráficas, filmes, etc.; e outros anotar... E há matérias que favorecem determinado tipo de abordagem, da mesma forma, tem professores que optam mais por uma forma do que por outra de repassar o conteúdo.

O ideal é combinar as diversas possibilidades de exposição / assimilação. Sendo assim, fala-se muito nos estilos de aprendizagem, os quais são, grosso modo: o auditivo, o visual e o sinestésico.

Aqueles que tiverem interesse em saber mais sobre os estilos de aprendizagem, podem visitar o site Lendo.Org (clicando aqui), onde encontrarão um infográfico muito bem elaborado e explicativo sobre o assunto.

Ninguém é puramente um ou outro, mas geralmente, temos uma forma com a qual encontramos maior facilidade de aprender. E quando alguém, no caso, o professor, usa desta forma, aprendemos melhor, e tendemos a gostar daquilo que temos facilidade.
.
Neste sentido, surgiu a ideia de repassar um dos conteúdos de Geografia: “Os setores da economia”, sob a forma de mapas mentais. Creio que essa forma de exposição facilitará a compreensão por parte dos alunos que tem o estilo visual de aprendizagem. 

E esta escolha. Essa forma de exposição é objetiva, sintética, interessante para quem quer rapidamente dirimir dúvidas ou revisar o conteúdo já estudado. Sendo assim, não substitui uma leitura anterior do assunto, ou uma explanação sobre o tema, demonstrando que o interessante é combinar os diferentes recursos temos a disposição.

A imagem abaixo traz os setores da economia, os quais são: o setor primário (extrativismo, agricultura e pecuária); o setor secundário (indústria); e o setor terciário (comércio e serviços). 

Para melhor visualizar, basta clicar na imagem.




Conhecimento e cidadania: Constituição Federal Interpretada

Todo poder emana do povo”. Essa frase, enaltecida em muitos discursos, tem seu lugar de destaque na Constituição Federal. Mas ela ela tem continuidade: Poder que o povo “exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente”. E nem sempre o termo "diretamente" é enfatizado. Talvez porque ao dizer que o poder emana do povo e encerrar a questão, não se corre o risco do povo querer de fato exercê-lo. Querer de fato participar da construção de todas as relações sociais, políticas, econômicas, etc. que se refletem em seu cotidiano. 

Mas a é dúvida é: o povo está preparado para tal empreitada ? O povo realmente sabe exercer seu poder democraticamente, de modo a obter seus direitos, sem ferir direitos alheios e sem deixar de lado suas obrigações ? 

No mesmo parágrafo do artigo 1º do texto constitucional, o fechamento se dá com a frase “nos termos desta Constituição”. Como exercer o poder, direta ou indiretamente, nos termos da Constituição, se não conhecemos a Constituição que regulamenta e sacramenta esse poder ? 


Fonte: www.romario.org
Isso comprova a necessidade de se conhecer as leis, o sistema político, as relações sociais e de poder, e sobretudo, quais são os nossos direitos e não menos importante (apesar da sociedade hoje enfatizar os direitos), as nossas obrigações.

Neste sentido, nesta postagem, compartilho, a título de informação, um link para acessar a Constituição Federal de 1988.Obviamente, muitas pessoas sabem que para obter a legislação brasileira de fonte oficial, basta acessar o site do Palácio do Planalto (www.planalto.gov.br), porém, o diferencial deste material, é que ele é atualizado e anotado pelo Supremo Tribunal Federal.

Dessa forma, o material pode ser baixado (download) ou pode ser acessado on line, opção na qual é possível consultar artigos específicos e o posicionamento do Supremo Tribunal Federal a respeito do tema.

É uma forma acessível da população conhecer e estudar, para fins de exercício da cidadania, para provas acadêmicas, para concursos, o texto legal (a lei pura), bem como a jurisprudência, além de garantir o acesso a uma lei atualizada. 

Clique aqui para acessar a Constituição Interpretada pelo STF e boa leitura.

Conclui-se, dessa forma, que na chamada Era da Informação, o exercício da cidadania se torna facilitado, anulando pretextos para que a sociedade não exerça seus direitos, como também, para que não esqueça seus deveres e os direitos dos demais. Informação que dá subsídios para que a discussão política seja profunda e coerente, indo além de palavras de efeito repetidas a exaustão, como “fora”, “fascista”, “coxinha”, “golpe”...Enfim, conhecer as leis é o primeiro passo para entender as relações, as razões e a ideologia que as originam e influenciam sua aplicação.

Capitalismo e Globalização: Um conceito inicial


O presente texto trará uma abordagem inicial sobre o que é Globalização, sua origem histórica e os principais   aspectos sob a perspectiva econômica.


GLOBALIZAÇÃO: UM CONCEITO INICIAL

A globalização é um dos processos de aprofundamento da integração econômica, social, cultural, política, que teria sido impulsionado pelo barateamento dos meios de transporte e comunicação dos países no final do século XX e início do século XXI. É um fenômeno gerado pela necessidade da dinâmica do capitalismo de formar uma aldeia global que permita maiores mercados para os países centrais (ditos desenvolvidos) cujos mercados internos já estão saturados. Mantém forte relação com os avanços nas áreas de transporte e de telecomunicações.

Os norte-americanos (EUA) usam a expressão globalização, os franceses preferem mundialização e em outras sociedades a expressão usada é internacionalização. O fenômeno da globalização resulta de três aspectos ou forças: a revolução tecnológica, a interdependência dos mercados financeiros em escala planetária e a formação de áreas de livre comércio

VISÃO HISTÓRICA. Quando surgiu a globalização? 

Estudiosos defendem que a origem da globalização remonta à segunda metade do século XIX, aproximadamente, quando as grandes economias capitalistas iniciaram a primeira grande onda de investimentos no exterior, inaugurando o que se chamou de imperialismo

Outros autores apontam que a globalização é um fenômeno bem mais antigo, que surgiu com as Grandes Navegações dos séculos XV e XVI, a partir das quais exploradores, burgueses e governantes europeus submeteram as terras conquistadas do chamado Novo Mundo à dinâmica da política econômica mercantilista 
Há ainda aqueles que remontam as origens da globalização com os primeiros contatos dos mercadores (Navegadores Fenícios) com outros povos, levando produtos e especiarias de um lugar para comercializar com outros, influenciando estes povos mutuamente em seus aspectos econômicos e culturais.

O início da Globalização gera discordância quanto ao momento histórico de seu surgimento. Porém a datação mais significativa e aceita é o fim da década de 1980, onde o mundo era influenciado antagonicamente pelo modelo capitalista e  socialista. O que estamos vivendo hoje é a vitória do sistema que ganhou esta guerra: o capitalismo, que é um sistema produtivo, que usa dois outros sistemas auxiliares atualmente: O sistema neoliberal e uma rede de informações que garante os diferentes fluxos pelo mundo inteiro. Eis aí a globalização.

A globalização é a fase mais avançada do capitalismo. Com o declínio do socialismo e da Ordem bipolar de organização do espaço mundial com o término da Guerra Fria, o sistema capitalista tornou-se predominante no mundo.

Em seu processo histórico, sistema capitalista caracterizou-se sucessivamente, por diferentes fases ou etapas, entre elas, o Capitalismo Comercial, o industrial e o financeiro. Veja estas fases, a globalização e o papel do Estado continuando com a leitura dessa texto.

Usuários da Informação Contábil

          Embora seja um erro comum atribuir à Contabilidade a missão de atender com primazia o fisco, ela tem diversos outros usuários para os quais suas informações são úteis e indispensáveis, inclusive a administração.

          Os usuários da Contabilidade podem ser considerados todos aqueles que têm interesse em conhecer a situação em que a empresa se encontra e para que rumo ela está se orientando, principalmente com relação aos aspectos econômicos e financeiros.

           Atualmente, o número de usuários da informação contábil, ou seja, daqueles que tem interesse nas condições das empresas é relativamente maior, inclusive decorrente de mudanças sociais. Hoje há valorização das empresas ecologicamente corretas e pressões contra aquelas que exploram de maneira inadequada os recursos naturais ou provocam qualquer tipo de dano ambiental, tanto que muitas empresas auxiliam Organizações Não-Governamentais - ONG’s, desenvolvem projetos sociais, etc.

           Porém, além das atitudes politicamente corretas exercidas pelas empresas, a sociedade se interessa em constatar se as empresas cumprem as exigências legais, com relação a funcionários, com relação à qualidade dos produtos ou serviços, etc. Isso é comprovado pelo destaque atualmente dado a demonstrações como o balanço social.

           Entretanto, além da parcela da sociedade que se interessa pelas questões empresariais, Marion (2004) cita uma série de outros interessados, os quais são: os investidores que aplicam dinheiro na entidade, correndo risco e esperando o retorno justo; os fornecedores, que utilizam as informações contábeis para verificar a capacidade da empresa em honrar com suas dívidas, para planejar o volume de vendas, para decidir entre atender um ou outro contrato de venda, etc.; os bancos, que verificam fatores como a liquidez e o risco de insolvência para conceder crédito; o governo, para aplicar a tributação cabível, além de empregados, sindicatos, concorrentes, etc.

           No caso das microempresas, a informação contábil, em muitos casos, atende especificamente aos órgãos governamentais, gerando informações históricas apenas para confirmar as operações já realizadas ou cumprindo as obrigações burocráticas rotineiras, tais como: folha de pagamentos, emissão de DARF, GEFIP, GIA, CAGED, Funrural, ICMS, entre tantas outras.

           Também é necessário considerar também a interação e o entendimento do usuário da informação, ou seja, nesse caso, o gestor.

          Oliveira, Müller e Nakamura (2000, p. 05 apud RESNIK 1991, p.137-138) mostram a “visão de alguns proprietários e gerentes de pequenas empresas que consideram os dados e a função da Contabilidade como ‘um mal necessário’. Isso porque se contentam em ver apenas os números das vendas e o lucro líquido.”

          Isso, no entanto, não retira totalmente a responsabilidade da Contabilidade de fornecer informações relevantes e compreensíveis para seus usuários, enfim, que sejam úteis para atender as suas necessidades.

          No complexo, competitivo e dinâmico contexto empresarial, o qual exige das empresas informações de qualidade e pressiona para que os responsáveis pela Contabilidade atendam as necessidades dos diversos usuários e contribuam para a gestão das empresas, é importante que a Contabilidade Gerencial ganhe destaque nas relações contador-empresa.

          As próprias informações da Contabilidade financeira podem ser vantajosas para atender aos gestores. Na visão de Iudícibus et al. (1998, p.26). apud Oliveira, Müller e Nakamura (2000, p. 04) é possível que

a partir das informações levantadas, elaboradas e fornecidas pela Contabilidade, a administração da empresa – através de técnicas como as de análise e interpretação de balanços, auditoria, Contabilidade de custos e controladoria – pode tomar decisões quanto a investimentos, financiamentos, pagamento das obrigações, momento de substituição de ativos obsoletos (como máquinas, por exemplo), nível ideal de estoque, entre outras.

          Vale lembrar que essa preocupação em utilizar a Contabilidade para atender às necessidades da administração é bem mais antiga que a atual visão dicotômica: Contabilidade para atender as exigências fiscais ou Contabilidade para fins gerenciais.

          Segundo Schimidt (2000), no século XIX, escolas do pensamento contábil, como a Administrativa ou Lombarda, se preocuparam em integrar a Contabilidade com a Administração, para favorecer uma gestão eficiente, citando que sem o auxílio da Contabilidade, a gestão da entidade ficaria exposta à desordem.

          Tudo isso comprova mais uma vez uma questão também já citada na terceira edição do livro Contabilidade Introdutória, em 1978, a qual é segundo Iudícibus, Kanitz, Ramos, et. al, (1978, p.312): “o objetivo da Contabilidade não é apenas fornecer dados exclusivamente para o fisco, mas sim proporcionar as informações necessárias para uma correta decisão e avaliação dos problemas de uma empresa.”

          Isso se torna lógico quando se interpreta às remotas origens da Contabilidade, a qual surgiu em decorrência das necessidades humanas, mais precisamente do proprietário de bens, que queria controlar e mesmo administrar melhor seu patrimônio. Além de que, a Contabilidade, conforme citam Iudícibus, Kanitz e Ramos (1978), não deve ser interpreta como um fim em si mesma, mas como um meio, que para ser útil  deve fornecer informações apropriadas para os interessados.

Leia também o texto: Resumo da História da Contabilidade, clicando aqui.
E leia também o texto: Construção Social da Contabilidade - das bases históricas à Teoria Geral de Sistemas, clicando aqui.

A escassez de água e as contradições do modo capitalista de produção.

A crise hídrica não pode ser descontextualizada do modo de produção capitalista, tendo o Estado e a ação política o papel de mitigar as contradições da relação entre sociedade, natureza e capital.


Texto classificado no Concurso Foed Castro Chamma e disponível no site da ALACS 

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Materializou-se a crise ambiental há tempos prevista; a água, outrora tida como abundante, importante não apenas economicamente, mas também fisiologicamente para os seres vivos, enfim foi reconhecida como um líquido precioso. Enfatiza-se que os problemas ambientais são provocados ou potencializados pela ação antrópica. Ou seja, pela atividade humana de uma população crescente e que demanda cada vez mais recursos.

Esta visão simplista carrega uma ideologia ardilosa, pois além de destacar a necessidade social de conscientização no uso dos recursos naturais, entre eles, a água, também considera a população como causadora da crise, resumindo a questão como decorrente da existência de um excedente populacional que consome além da disponibilidade de recursos, reproduzindo uma ultrapassada explicação malthusiana para a escassez, despolitizando a questão e afastando dela suas relações com os aspectos sociais e econômicos. Basta exemplificar como a pobreza de significativa parcela da população do sertão nordestino é naturalizada como decorrente dos “problemas ambientais” da região, ignorando todo o contexto social, político e econômico.

A contradição é que enquanto se responsabiliza a população, justificando que ela suporte os diversos custos sociais e econômicos, o consumo crescente e o desperdício direto ou indireto são

A favor ou contra a redução do subsídio dos vereadores ?

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Com o descontentamento geral das pessoas com os políticos (para não dizer com o desencantamento com a política), é normal que surjam movimentos que questionem a relação do que eles ganham com o que eles fazem, enfim, que julguem o retorno social do custo de um político ou da estrutura política.

E assim, surgiu a moda de exigir, especialmente no atual contexto de crise e redução de gastos no qual o país se encontra, a redução do subsídio dos vereadores. Ideia relevante, pois se sabe que muitos políticos recebem valores significativos e custam caro ao erário. Mas mais que isso, além dos subsídios, eles demandam uma estrutura que gera relevantes despesas que consomem recursos advindos dos tributos e que poderiam ser direcionados para outros investimentos sociais. Além de que, muitos, na opinião popular, não cumprem seu papel com eficiência e eficácia.

Mas até que ponto reduzir o subsídio de um vereador para o valor de um salário mínimo é profícuo ? Não existem outras variáveis que precisam ser analisadas, além do aspecto econômico-financeiro ? O ponto positivo é que

Definição do Preço de Venda: Um Contraponto entre as Variáveis Teóricas e a Prática Empresarial

RESUMO:
O texto completo encontra-se na Revista Partes .Acesse clicando no link

 A formulação do preço de venda é uma atividade de vital importância para o desenvolvimento e continuidade de qualquer empresa, não bastando conhecer os custos, mas um complexo jogo de variáveis inter-relacionadas que se influenciam mutuamente. Considerando o referencial teórico e as críticas relativas ao distanciamento da teoria com a prática empresarial, buscou-se verificar empiricamente quais são os fatores que influenciam na formulação do preço de venda, com base na visão dos gestores de microempresas, constatando as poucas variáveis enfatizadas em contraposição à abrangência do referencial teórico existente. 

 1 – INTRODUÇÃO 
Para se conseguir uma eficiente formulação de preços, que supra as necessidades de recursos e que remunere o capital investido e ainda esteja de acordo com as expectativas dos clientes, o gestor deve estar atento a diversas variáveis.

 A idéia simplificadora de que o preço de venda pode ser representado pelo custo de aquisição ou produção acrescido de um percentual de lucro desejado já não encontra validade na realidade empresarial extremamente competitiva e orientada por altos padrões de eficiência e eficácia. Desse modo, o gestor deve ter uma visão holística do ambiente no qual está inserida sua organização, analisando além da estrutura de custos, variáveis estratégicas, econômicas, mercadológicas, financeiras, demográficas, etc. Podendo agir de forma pró-ativa, aproveitando as oportunidades e amenizando as ameaças. 

 A bibliografia referente a essa temática apresenta muitas variáveis que se inter-relacionam e se influenciam na formulação de preço, da mesma forma que expõe muitas técnicas que podem ser utilizadas na precificação. Por outro lado, é comum existirem críticas a respeito da distância entre a teoria e a prática, principalmente devido à heterogeneidade de pessoas que desenvolvem as mais diversas atividades empresariais. 

 Diante disso, buscou-se evidenciar quais fatores influenciam na formulação de preço de algumas das micro e pequenas empresas das cidades de Irati, Rebouças e Imbituva – PR, permitindo comparar o que a teoria apresenta e o que de fato os pesquisados vêm utilizando.

O texto na íntegra pode ser visualizado em: http://www.partes.com.br/2012/10/08/definicao-do-preco-de-venda-um-contraponto-entre-as-variaveis-teoricas-e-a-pratica-empresarial/


Construção Social da Contabilidade – das bases Histórico-Geográficas à Teoria Geral de Sistemas

RESUMO

Essa abordagem teórica não objetiva apontar os aspectos epistemológicos da Contabilidade, mas a dinâmica de adequação desta ciência na satisfação das necessidades de seus usuários no específico contexto socioeconômico e cultural de cada época e lugar, tratando-a como um processo histórico e geograficamente construído. Posteriormente, aborda-se o conceito e as características da informação gerencial, em  uma perspectiva baseada na Teoria Geral de Sistemas, condizente com a rapidez, volatilidade e integração do atual contexto empresarial.

Palavras-chave: Contabilidade, origens, informação, adaptação, necessidades.

O texto completo foi publicado na Revista P@rtes e pode ser acessado clicando aqui.


BASES HISTÓRICAS DA CONTABILIDADE

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Como uma das formas de delinear a evolução histórica da Contabilidade, Beuren (2003) citando vários autores, tais como Melis, Van Breda e Hendriksen, define a cronologia da Contabilidade em quatro fases: Contabilidade no mundo antigo, Contabilidade no mundo medieval, Contabilidade no mundo moderno e Contabilidade no mundo contemporâneo.

A Contabilidade no mundo antigo abrange desde os primórdios da história até por volta do ano de 1200 d.C. Conforme observa Iudícibus e Marion (1999, apud Beuren 2003, p.23) “a Contabilidade surgiu para atender a necessidade de avaliar a riqueza do homem [...] em uma época que ainda não existiam números, escrita ou moeda.”

O início da história da Contabilidade tem um passado remoto, que se iniciou com a própria história da civilização. De acordo com Sá (1961, p. 21), a história da Contabilidade está “presa às primeiras manifestações humanas da necessidade social de proteção à posse e de perpetuação e de interpretação dos fatos ocorridos”.

www.historiamais.com
Porém, foi na Suméria que a Contabilidade teve um significativo desenvolvimento de seus métodos, sendo por isso, segundo Sá (1961), considerada o berço da escrituração contábil. 

Figueiredo (2004) cita que o desenvolvimento do papiro e do cálamo no Egito antigo facilitou o registro de informações sobre negócios. E foi por meio da utilização de registros, que o homem teve condições de conhecer e antever as suas reais necessidades de consumo e de produção. Ou seja, a capacidade do homem de planejara suas atividades, antevendo e se preparando para situações, carrega em si as causas e as conseqüências do seu próprio desenvolvimento enquanto ser humano e conseqüentemente, afetando as

Espacialização do Sistema Financeiro e o Lucro dos Bancos

www.seebgaranhuns.com.br
Que os bancos apresentam lucros exorbitantes, todo mundo sabe. Mas poucos refletem como isso acontece e como a sociedade contribui para esta extrema lucratividade. Obviamente, isso é uma questão complexa, passando por estratégias territoriais, estratégias legais, macroeconômicas, influenciando e sendo influenciada por questões sociais, como o consumo, emprego e renda, tecnologia da informação, até pelos hábitos culturais (povo mais ou menos poupador ou mais ou menos consumidor). 

Como é impossível tratar de todo esse emaranhado conceitual em um único texto, buscar-se-á enfatizar a questão da lucratividade bancária através da captação de recursos da sociedade e seu posterior empréstimo, com a diferença da taxa de juros entre estas operações gerando simplificadamente o spread bancário.


Só para dar uma noção da lucratividade do bancos, o site Globo.com. destaca que “a soma do lucro registrado por quatro bancos brasileiros em 2013, que chegou a cerca de US$ 20,5 bilhões, é maior que o Produto Interno Bruto (PIB) estimado de 83 países no mesmo ano, segundo levantamento feito com base em dados do Fundo Monetário Internacional”.

www.spbancarios.com.br


O site da Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Paraná (http://www.feebpr.org.br) também traz alguns dados, tabelados e apresentados a seguir, referentes ao ano de 2012:

Fixos e Fluxos: Olhando Irati PR pelo prisma das vias de circulação

Para quem chega a Irati, seja em busca de oportunidades profissionais ou em decorrência da oferta de ensino superior, é de imediato surpreendido pelo alto valor das terras e consequentemente dos aluguéis em relação às cidades vizinhas.

Apenas a população acadêmica que passa a residir efetivamente na cidade não é suficientemente grande para que a demanda imobiliária suplante a oferta, tendo em vista o fato de que há uma visível expansão do número de pessoas investindo na locação imobiliária e que os acadêmicos, em grande parte, se associam em repúblicas ou residem em quitinetes. Outra alternativa menos onerosa é a locação de casas nos bairros, o que, por outro lado, contribui para a necessidade de meios de transporte para facilitar a locomoção.

Dados Socioeconômicos Regionais Referentes ao IDH e ao Programa Bolsa-Família

Os dados apresentados nesta postagem, obtidos no Portal da Transparência (clique aqui para acessar diretamente a fonte dos dados, sem qualquer distorção gráfica de apresentação e sem risco de erros de transcrição) expressam os recursos repassados aos municípios pelo Governo Federal para atender o Programa Bolsa Família. Demonstra também o número estimado de beneficiários por município (estimado porque o Portal apresenta a relação nominal de beneficiários, a qual exige a contagem e pode variar mensalmente), além de trazer um resumo da evolução, facilitando uma visão integrada das variáveis, do IDH-M de alguns municípios.

A análise e a interpretação dos dados ficam ao critério do leitor, pois seria complexo elencar e descrever os reflexos das inúmeras variáveis que influenciam a operacionalização do programa, o incremento ou retração no número de beneficiários ou de repasse de recursos, seus reflexos na economia local, no desenvolvimento socioeconômico, etc. 

É possível perceber, por exemplo, que o valor dos recursos repassados aumentaram. Entretanto, não se pode desconsiderar que tal montante sofre como qualquer valor monetário, os efeitos da inflação. Assim, seria interessante verificar caso a caso qual seria, por exemplo, o aumento real e não simplesmente o aumento efetivo dos recursos.




















Ilustrando, de janeiro de 2004 a janeiro de 2015, o INPC Geral variou quase 82,3%. Isso significa que R$ 50,00 em 2004 é equivalente, ou seja, tinha o mesmo poder de compra que R$ 91,19 em janeiro de 2015.
Pelo mesmo raciocínio, o valor de R$ 713.132,00 repassado ao município de Imbituva em 2004,  corrigido pela inflação, equivale a R$ 1.214.105,00 no início de 2014.

Com relação ao número de beneficiários, para chamar atenção para uma das tantas variáveis, é possível considerar, por exemplo, que

Parcialidade da mídia ou mero ponto de vista ?

Obviamente, sabemos que a imparcialidade e objetividade, jornalística ou até mesmo científica, é um mito. É uma utopia positivista. No entanto, no mínimo, os meios de comunicação deveriam buscar pelo menos a razoabilidade. Apresentar o contraponto. Mostrar notícias e não simplesmente promover propagandas.

Talvez por isso que as redes sociais (excluindo as fotos e postagens narcisistas, sem o mínimo de sentido sociopolítico) são o principal meio de informação (apesar da superficialidade e do grande conteúdo irrelevante) de muitos, consumindo um grande percentual do tempo total de leitura. Um meio de informação que ao mesmo tempo é um meio de comunicação.

E é nesta dimensão ambivalente (informação e comunica/ação)  que repousa sua atratividade. Quem posta algo, seja uma simples criança ou um adolescente contando que irá para uma festa ou a manchete de um grande veículo de comunicação analisando a conjuntura econômica, abre instantaneamente um canal de comunicação. Dá a possibilidade dos leitores concordarem e discordarem, seja da notícia, seja entre si. É a interatividade. É a troca, de informação, de ideias, de ideologia. E onde há a circulação de informação, há a mudança de pensamento, ou pelo menos, a possibilidade dela.

Talvez por isso, os comícios saíram de cena. Não tanto por uma imposição legal, mas por se tornarem obsoletos diante do novo contexto. E talvez por isso, as eleições cada vez mais são disputadas no duelo de informações que ganham impulso e "viralizam" nas redes sociais.

Redes sociais, que não se pode esquecer, são alimentadas por pessoas. Pessoas que não estão imunes às manipulações das informações repassadas por marqueteiros, cientistas, por revistas e jornais, muitas vezes, não isentos. Por pessoas que convencem pessoas !

Por isso, é fundamental irmos além da superficialidade dos discursos. De confrontar as informações repassadas. De procurar enxergar os fatos em suas diferentes perspectivas. E como há perspectivas para se olhar !

Uma simples foto pode dizer muito. Quais os motivos da sua escolha ? O que ele representa ? De que forma representa ? É espontânea ou preparada ? É ilustrativa, informativa, é arte ou uma propaganda, às vezes, disfarçada ?

Que tal antes de comentar a próxima postagem, se perguntar: Em que contexto a informação foi repassada ? Quem a produziu ? Com que finalidade ? A quais influências seu produtor estava sujeito ? O que se apreende ao confrontar tal fato com outros ? 

A discriminação racial não é a explicação absoluta para todas as desigualdades

INTRODUÇÃO

Atualmente, apesar da ênfase social na liberdade individual, na quebra de tabus, na aceitação das diferenças, mais do que nunca parece haver um patrulhamento sobre tudo que foge do que alguns definiram como sendo politicamente correto.

Entretanto, se o “correto” fosse definido a partir de uma fundamentação moral ou ética (sem entrar no mérito das diferenciações entre ambos os conceitos), as contradições seriam menores. Porém, da mesma forma que os discursos preconceituosos, o discurso que sustenta o que é politicamente correto também é relativizado e respaldado pela ideologia, desvirtuado e utilizado para atender a conveniências e favorecer a manipulação social, o que exige uma análise mais atenta antes de propagá-los ao vento.

Muitos destes discursos, que já se tornaram clichês, não subsistem a uma mínima análise crítica, fundamentada em dados mais objetivos (não que as estatísticas oficiais ou outros levantamentos não tenham sua parcela de subjetividade e viés ideológico).

Por exemplo, hodiernamente há uma tentativa de qualificar como racismo ou discriminação qualquer relação que envolva as diferenças étnicas na representatividade socioeconômica, mesmo que as causas das desigualdades possam ter n explicações culturais, históricas, políticas, regionais, metodológicas, etc.

Com isso, corre-se o risco de cometer a injustiça de colocar a etnia branca sempre como opressora e a negra como oprimida, estimulando lutas entre as classes em detrimento da necessária luta de classes. Ou seja, enquanto a população digladia-se entre si pelo acesso ou manutenção de direitos, o foco diverge da verdadeira classe responsável pelas mazelas sociais, que via de regra, afetam a maioria da população.


http://slideplayer.com.br/slide/1849190/

Enquanto determinados grupos apontam a questão racial como explicação definitiva e inquestionável para uma série de problemas sociais (baixa escolaridade, baixa renda, desemprego, criminalidade), camuflam causas muito mais relevantes, como a falta de políticas públicas. Falta esta que reforça a discriminação ou o preconceito ao não garantir o acesso igualitário às condições que sustentam o desenvolvimento humano.

Neste texto, optar-se-á pelo termo

Crise hídrica e a tarifa regressiva de água

É tão recorrente quanto necessário o discurso visando conscientizar a população sobre a necessidade do uso racional dos recursos naturais, entre eles, a água potável. Entretanto, a conscientização além de demandar tempo para sua maturação e aceitação maciça requer meios que incentivem a cristalização do hábito na prática cotidiana.
Quando os meios não são adequados, ao invés de incentivar um comportamento salutar, motivam atitudes incorretas, tanto sob a perspectiva ambiental, econômica e até mesmo social (o tripé da sustentabilidade).

A tarifa de água é um desses meios que poderia ser melhor utilizado para contribuir com o uso racional da água , mas que ao invés disso, dá margem para o desperdício.

Até o limite de consumo de 10 metros cúbicos, a tarifa tem um valor fixo. (Desconsiderando a tarifa social da Sanepar, neste exemplo). Ou seja, não há um incentivo econômico para gastar menos do que esse limite.

Sugere-se, dessa forma, (inclusive ao banco de idéias da Câmara dos Deputados,esperando que possam estudar e legislar sobre o assunto) é a implementação de uma tarifa de água regressiva.

Ou seja, imóveis que gastam menos pagariam menos pelo metro cúbico de água tratada consumida. Imóveis que consomem mais (dentro de uma escala limite estabelecida) pagariam um valor maior pelo metro cúbico. Isso porque, a objetividade e influência do aspecto financeiro seria uma forte pressão na redução do consumo, na geração do hábito do consumo racional e na posterior conscientização.

Seria também uma forma de incentivar e retribuir aqueles que consomem menos e através do ônus econômico desestimular aqueles que consomem mais.

Na prática seria uma forma de compensação, como já ocorre com outros recursos, como os créditos de carbono, por exemplo.

A conscientização, as campanhas, os estudos são importantes e estão fartamente acessíveis ao público. O desperdício também se mostra evidente. Então por que não apostar em um estímulo material e de resultados imediatamente visíveis? É um meio rumo ao fim maior que o consumo racional e a sustentabilidade. Um meio talvez mais barato que o custo com tantas campanhas e talvez, com o custo (não só econômico) da falta de água!

Obviamente, que essa é apenas uma sugestão paliativa para amenizar um problema com tendência de agravamento. Problema este que é gerado por circunstância mais abrangentes e sistêmicas, e que, em um sistema capitalista de produção, orientado para a acumulação, para o consumo, para o desperdício e para a produção sem limites, não encontra a solução somente nas atitudes individuais.

http://maahchrisoste.blogspot.com.br/2011_03_01_archive.html
É preciso destacar que as atividades agrícolas (nem todas voltadas para a produção de alimentos), a agropecuária e a indústria são responsáveis por um grande percentual do consumo de água potável, quando não, pela deterioração de suas reservas. Nesse sentido, urge medidas globais, estratégicas e abrangentes, pois a sociedade não pode ser onerada duplamente por esse descaso com a sustentabilidade.

É refletir porém, que é o consumismo, orientado pelo desperdício, pela acumulação e não somente pela necessidade, que alimenta um sistema que não conhece limites exceto as fronteiras do lucro, mesmo que isso custe a sobrevivência humana.

Resumo da História da Contabilidade

A afirmação de Silva e Moura (2003, p. 03) “compreender e identificar os fatos passados é um marco para o entendimento do presente, e com maior segurança projetar idéias futuras” alerta para duas questões importantes.

A primeira destaca que é preciso conhecer a origem da Contabilidade e os fatores ligados a sua evolução para possibilitar que meios mais adequados de atender as necessidades atuais sejam elaborados.
A segunda questão alerta, mesmo que indiretamente, para a importância das informações contábeis como uma forma de conhecimento da identidade empresarial, sua evolução, seu estado presente e perceber para onde ela caminha.

Essa abordagem histórica não objetiva apontar de forma completa a evolução da Contabilidade como ciência, apontando as suas origens, bases e escolas, mas visa enfocar a adequação e resposta da Contabilidade para necessidades práticas de informação e de gestão.
Isso demonstra a sua evolução e resposta às necessidades de seus usuários e a sua adequação ao contexto sócio-econômico de cada época, cujos aspectos são mais condizentes com os objetivos deste trabalho.

Como orientação da evolução histórica da Contabilidade, Beuren (2003) citando vários autores, tais como Melis, Van Breda e Hendriksen, define a cronologia da Contabilidade em quatro fases:

Parque Ambiental da Pedreira, em Rio Azul

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Uma boa estrutura, uma bela paisagem e uma excelente opção de lazer e de descanso podem ser encontradas no Parque da Pedreira, em Rio Azul, com a vantagem da facilidade de acesso para os moradores da região. Além disso, se constitui em uma área de preservação ambiental, com valor ecológico, histórico e estético. Seria também um local mais agradável para as famílias desfrutarem do descanso e do lazer se não fosse algumas questões pontuais, que aviltam todo o investimento feito na estrutura física do parque.
Sabemos que a poluição sonora, além de seus efeitos contra o meio-ambiente (especialmente sobre a fauna do parque e adjacências) também causa incômodo a muitos frequentadores (ou frequentadores em potencial), especialmente àqueles que buscam o sossego, já que idosos e famílias também tem direito a usufruir do lugar com o mínimo de tranquilidade, segurança e conforto, dentro dos princípios de uma vida em sociedade harmoniosa e de respeito aos direitos alheios. 
Além disso, além do bom senso, o artigo 42 do Decreto Lei nº 3.688, estabelece algumas restrições.
Com relação aos cuidados com a questão ambiental e com relação à organização, vale citar que o Parque Ambiental “Salto da Pedreira” foi instituído no dia 03 de maio de 1999, através de legislação municipal, na qual destacam-se:

Art. 2°-Toda a área do Parque fica declarada de proteção ambiental, cabendo ao Chefe do Executivo Municipal tomar todas as providências visando a proteção da fauna e flora existentes, a manutenção e organização (RIO AZUL, 1999).

Após a instituição da referida lei, o parque passa a ser

Demografia e as políticas públicas: População de Irati se aproxima dos 59 mil habitantes

Mais do que apontar o crescimento populacional, torna-se importante, especialmente pelos responsáveis pela formulação das políticas públicas, verificar as causas desse crescimento, os fatores que o impulsionaram e principalmente, os reflexos que ele gerará nas condições de vida da população, sob o prisma dos aspectos econômicos, sociais, etc. Dessa forma, torna-se interessante discutir a demografia local sob o enfoque das mudanças que ocorrem em nível regional e nacional, na medida do possível, relacionando-as.

Segundo consta na Folha de São Paulo, a projeção oficial da população (IBGE), divulgada em agosto de 2013, estimou 201.032.714 pessoas vivendo no país. Pela primeira vez, a marca de 200 milhões foi superada - a cifra era de 199.242.462 em 2012. 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Estima-se que no mundo (trata-se de uma média, portanto passível de vieses e críticas), a taxa de crescimento populacional seja da ordem de 1,2% ao ano. Esse crescimento pode ser interpretado sob a luz de duas facetas: considerando o crescimento vegetativo e considerando também a taxa de migrações.



Com relação ao crescimento vegetativo, trata-se da diferença

Comparativo dos Determinantes Motivacionais: uma abordagem com ênfase no aspecto financeiro

RESUMO

Comparativo dos Determinantes Motivacionais: uma abordagem com ênfase no aspecto financeiro

Acesso o texto na íntegra em na Revista Partes ISSN 1678-8419

A administração deve buscar o que motiva o indivíduo para favorecer o alcance de seus objetivos. Várias teorias tentam explicar o comportamento humano dentro das organizações. Porém, não há uma fórmula que possa ser aplicada em toda situação. Tanto as limitações teóricas quanto a individualidade humana tornam impossível determinar o comportamento das pessoas, que varia de acordo com a cultura, com as organizações e entre os indivíduos. Isso exige o conhecimento das necessidades e aspirações dos funcionários e o constante acompanhamento e revisão, pois nenhum fator motivacional terá eficácia permanente. 

 1 INTRODUÇÃO

É indiscutível a importância de estudar o fator humano e suas relações com o ambiente de trabalho, pois é por intermédio deste recurso que todas as organizações, independente do porte, continuam a existir, influenciando e recebendo as influências das interações decorrentes. Atualmente integra-se ao discurso de contenção de despesas, de corte de custos e maximização de resultado, a importância que as empresas estão dando aos recursos humanos, ora denominado capital intelectual.

 Tudo isso porque pessoas motivadas e capacitadas ter maior produtividade, maior eficiência e principalmente porque geram resultados de maior qualidade, ou seja, teoricamente a equalização dos interesses e forças opostas (empresa x empregados) gera uma relação vantajosa a todos. 

 Entretanto, para se chegar a esse estágio satisfatório de sinergia e evitar conflitos é preciso conhecer um complexo conjunto de forças e variáveis em constante interação, as quais dão motivos para que as pessoas ajam em prol dos objetivos da empresa, ao mesmo tempo em que perseguem e alcançam os seus objetivos pessoais. 

Isto ressalta a importância de conhecer quais fatores são relevantes na motivação dos funcionários. “A motivação procura explicar o porquê do comportamento das pessoas. Dessa forma, a sua influência na produtividade passou a interessar e ser estudada”. (FARIA,1999, p.54) Afirma-se popularmente que o fator que gera maior motivação ou satisfação ao funcionário é o salário. Mas além do salário, existem n variáveis que influenciam no desempenho, no modo de agir e de pensar do funcionário, como o ambiente de trabalho, relacionamento com colegas e chefes, reconhecimento, possibilidade de crescimento e aprendizado, grau de responsabilidade, entre tantos outros fatores de ordem subjetiva que integram a individualidade de cada funcionário. Nas palavras de Kwasnicka (1995, p. 43) “as pessoas dedicam grande parte de suas vidas às empresas onde trabalham. Constroem estilo de vida, seu sistema de valor e seu interesse central de vida em torno de seu trabalho. Isso é suficiente para que a preocupação não seja só com o dinheiro” Palavras-chave: motivação, salário, comportamento, organizações.